Eduardo Girão persegue colunista que o acusa de tumultuar CPI da Covid - Revista Camocim

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Eduardo Girão persegue colunista que o acusa de tumultuar CPI da Covid



O colunista do jornal Folha de S. Paulo Celso Rocha de Barros se recusou a depor na investigação aberta pela Polícia do Senado a pedido dos senadores Eduardo Girão (Podemos-CE) e Luís Carlos Heinze (PP-RS), que se sentiram atingidos pela publicação do artigo “Consultório do Crime tenta salvar Bolsonaro na CPI da Covid”.


Celso de Barros disse que não compete à Polícia do Senado investigar ninguém.


Em tempo

Girão agora persegue a mídia. Alegou que é independente e que sua honra foi atingida.


Em tempo II

O senador cearense deveria procurar o Poder Judiciário, e não a Polícia do Senado.


Entenda o caso


Eduardo Girão e Heinze acionam a Polícia do Senado contra colunista da Folha


Os senadores Eduardo Girão (Podemos) e Carlos Heinze (PP-RS) acionaram a Polícia do Senado Federal contra o colunista do jornal Folha de São Paulo, Celso Rocha de Barros, nessa terça-feira (25). O motivo foi o artigo “Consultório do Crime“, escrito pelo sociólogo, e que foi publicado no último dia 9 de maio.


Segundo o site Metrópoles, o colunista da Folha citou os parlamentares em seu artigo que faz alusão ao ‘Escritório do Crime’, grupo de assassinos de aluguel atuante no Rio de Janeiro. O ex-policial, Adriano da Nóbrega, que foi encontrado morto em fevereiro de 2020 fazia parte do grupo.


“Falando em Queiroz, se no Rio de Janeiro Bolsonaro era amigo do chefe da milícia ‘Escritório do Crime’, na CPI é defendido pelo que podemos chamar de ‘Consultório do Crime’, um grupo de senadores que buscam tumultuar a investigação mentindo sobre medicina. Seus principais representantes são Eduardo Girão (Podemos-CE) e Luiz Carlos Heinze (PP-RS)”, escreveu o colunista no artigo.


“Girão e Heinze mentem sobre a eficácia da cloroquina, mas o curandeirismo presidencial não é o principal crime que tentam acobertar”, acrescentou.


CN7

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