Trump afirmou que, após a captura de Nicolás Maduro por forças americanas, os Estados Unidos pretendem administrar a Venezuela até que seja possível uma transição “segura e adequada” de poder. Ele deixou claro que essa administração será feita por representantes do governo dos EUA e aliados próximos, e não pretende deixar o país sob controle de outras forças sem garantir estabilidade.
2. O retorno das petroleiras americanas ao país
Ele declarou que as grandes empresas petrolíferas dos EUA vão entrar na Venezuela, gastar bilhões de dólares para consertar a infraestrutura de petróleo deteriorada e retomar a produção, o que, segundo Trump, beneficiaria tanto o povo venezuelano quanto a economia americana.
3 Os EUA “não têm medo de colocar tropas em terra”
Durante a coletiva, Trump disse que os EUA estão “prontos para ter tropas em solo se necessário” e que não tinham medo de fazê-lo para garantir que o país fosse administrado como ele planeja.
4. O petróleo será explorado e “o dinheiro não será desperdiçado”
Trump afirmou também que a administração dos recursos petrolíferos não será um custo para os EUA, porque o dinheiro que sairá do petróleo venezuelano é “substancial” e compensará as despesas.
5. A justificativa de Trump para a operação
Trump caracterizou a ação como uma necessidade para impedir que líderes “que não têm o bem do povo venezuelano em mente” permaneçam no poder e para combater aquilo que ele chamou de “narcoestado” e corrupção no governo de Maduro.
6. Reações e críticas internacionais
Embora Trump defenda a operação como uma forma de estabilizar a Venezuela e abrir espaço para investimentos, muitos governos e líderes estrangeiros criticaram a ação como violação da soberania venezuelana e um exemplo de intervenção militar agressiva
Carlos Jardel

