Frota Neto: Falemos de limpeza pública! - Revista Camocim

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terça-feira, 11 de abril de 2023

Frota Neto: Falemos de limpeza pública!



Por Frota Neto

Gostaria de dizer que nossa bela Camocim está limpa, mas não posso, porque estaria contando uma mentira. Além disso, os urubus iriam me desmentir. A verdade é que CAMOCIM ESTÁ SUJA! E não adianta dizer quer a culpa é dos moradores. NÃO É! A culpa é da secretaria e da empresa responsável e bem paga para realizar o serviço de limpeza pública. E, sabe-se lá por quais motivos, o serviço, há tempos, deixou de ser prestado com a qualidade que se exige. 


Camocim é uma cidade turística, com um enorme potencial a ser responsavelmente explorado para o desenvolvimento da economia e da qualidade de vida das pessoas. E, a começar por aí, não é nada interessante receber visitantes com a casa suja, repleta de urubus no mosso principal cartão postal. Ou é?


Pensando nisso, a limpeza  precisa ser planejada e executada para além da costumeira rota de carros coletores. A gestão municipal precisa revolucionar a limpeza urbana, iniciar urgentemente a introdução de uma cultura de cuidados com a cidade, passando pela ação em sala de aula, associações de moradores, sindicatos, igrejas e demais instituições que mantenham relações direta com a população.  


Não tenho recordações em qual década o poder público municipal de Camocim executou uma intensa campanha de mobilização social em prol dos cuidados com a cidade, salve algumas tímidas ações de limpeza das praias com alguns voluntários, apenas para cumprir agenda nacional. 


Não pode ser algo sazonal. É preciso insistir e persistir nesse propósito, que também é uma questão de saúde pública. E não estamos falando de uma mera opção, do tipo: “se der errado a gente desiste”. Não. Estamos falando de uma obrigação de ofício. Sendo bem claro: se a primeira tentativa não for bem sucedida, tenta novamente e quantas vezes se fizer necessário até se alcançar o estado normal de cuidado com a limpeza da cidade.  


É preciso também cuidar dos animais abandonados nas ruas, responsáveis pelo extravio do lixo e por espalharem fezes e urinas pela cidade. 


Frota Neto, empresário camocinense.