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segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Análise: Argentina foi campeã na maior final de todas as Copas do Mundo



A Argentina sagrou-se campeã do Mundo no Catar em uma final incrível contra França. É difícil achar palavras para descrever o que foi o jogo, com um 3 a 3 incrível em 120 minutos. Adianto que para mim foi a maior final de todas as Copas do Mundo. Eu vejo finais de Copa desde 1990, li sobre as anteriores, mas meu sentimento foi esse.


Não só pelo placar, com muitos gols, e a emoção dos pênaltis, mas por todo o enredo ao longo dos 120 minutos.


Durante 80 minutos de jogo, a Argentina foi soberana, abrindo 2 a 0 com uma autoridade surpreendente. Com Dí Maria e Messi - autores dos gols - jogando o fino, A Albiceleste engolia a França, que irreconhecível, só via a Argentina jogar.


Até então, a Argentina jogava uma partida perfeita taticamente, não deixava a França jogar - ficava com todos os rebotes e ganhava todas as divididas - era a final dos sonhos dos hermanos.


Messi - um gênio que fazia mais uma grande partida- Dí Maria, De Paul e Enzo Fernández faziam um partidaço - e levavam a torcida argentina ao delírio.


Até que aos 34 do 2º tempo, tudo mudou. A França, apatica e que não finalizou nenhuma vez no 1º tempo, teve em um pênalti bobo de Otamendi em Kolo Muani. Mbappé cobrou e fez, recolocando os Bleus no jogo.


E eles empataram a partida dois minutos depois, em grande finalização de Mbappé, levando o jogo para a prorrogação.


O empate foi um duro golpe para a Argentina, que mesmo insegura, foi melhor nos primeiros 15 minutos da prorrogação.


Na etapa final da prorrogação, logo com 3 minutos, Messi marcou o terceiro gol da Argentina, levando os argentinos ao delírio.


Só que estava escrito que o jogo reservaria mais emoção, e restando 2 minutos de jogo, a França teve um pênalti a favor, convertido por Mbappé.


E já nos acréscimos da prorrogação, Kolo Muani teve a bola do título francês, mas Emiliano Martínez faz defesa monstruosa, levando a decisão para os pênaltis.


E nas penalidades, Emiliano fez história ao pegar o pênalti de Colman, abrindo caminho para o título Albiceleste, confirmado em cobrança de Montiel.


MESSI FOI GÊNIO, MAS TEVE UM TIME COM ELE


A Argentina levou a Copa do todo merecimento e contou com seu craque, com um gênio, para chegar lá. Mas não chegaria se não tivesse um time competente para Messi fazer a diferença.


Se em Copas anteriores Messi não decidiu, foi porque o time não ajudou. Com tantos bons jogadores e um treinador que tinha um time na mão, Messi cresceu, fez os companheiros jogarem mais e foi o cara da Copa.


Enzo Fernández, Paul, Mac Allister, Di María e Julián Álvarez mostraram muita qualidade na Copa e carregaram a Argentina junto com Messi. E o goleiro Emiliano Martínez também, claro.


Nos momentos mais críticos da Argentina, Messi decidiu, mostrou todo seu repertório de gênio, com gols e assistências incríveis. Messi foi monstruoso na Copa, mereceu demais, fez a Copa de sua vida, aos 35 anos. Melhor para a Argentina e sorte nossa que vimos ele jogar.


Diáro do Nordeste