Secretaria do Ministério da Saúde recomenda uso de máscara após alta nos casos de Covid - Revista Camocim

Super promoção "Matrícula Premiada" do Colégio Future.

Super promoção "Matrícula Premiada" do Colégio Future.

26 de novembro: Show do Hungria em Camocim no Ilha Park

Colégio Future com matrículas abertas para 2023

Colégio Future com matrículas abertas para 2023

Clique na imagem e conheça os cursos preparatórios e apoio educacional


Clique na imagem e conheça os produtos







segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Secretaria do Ministério da Saúde recomenda uso de máscara após alta nos casos de Covid



Entre os dias 6 e 11 de novembro, o Brasil notificou 57.825 casos da Covid-19. Os dados apontam que 314 pessoas morreram por conta do coronavírus. Com o cenário de alta e a circulação da sublinhagem BQ.1, a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde voltou a recomendar, no sábado (12), a utilização de máscaras.


Segundo a nota técnica divulgada pelo órgão, a média móvel dos últimos sete dias apresentou 8.448 casos diários. O que representa um aumento de 120% em relação à semana anterior (3.834). Com isso, o pedido é que estados e municípios voltem a utilizar máscaras de proteção facial.


A recomendação é prioridade para indivíduos com fatores de risco para complicações da Covid-19 (em especial imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com múltiplas comorbidades). O pedido também vale para pessoas que tiveram contato com casos confirmados de Covid-19.


A máscara é sugerida para pessoas em situações de risco de contaminação, como locais fechados e mal ventilados, casos de aglomeração e equipamentos de saúde. 


REFORÇO EM ATRASO


Na última sexta-feira (11), o Ministério da Saúde divulgou um alerta. Mais de 69 milhões de brasileiros ainda não voltaram aos postos para receber a primeira dose de reforço da vacina contra a Covid-19. Os números apresentados são do Programa Nacional de Imunizações (PNI).


Ainda segundo a pasta, 32,8 milhões de pessoas poderiam ter recebido a segunda dose de reforço contra a doença, mas ainda não se vacinaram. O primeiro reforço é aplicado dois meses após o início do ciclo; e os outros devem obedecer ao intervalo de quatro meses. 


Diário do Nordeste