PMs que contiveram atirador na BR-116 após morte de policiais federais serão avaliados para promoção por bravura - Revista Camocim



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sexta-feira, 20 de maio de 2022

PMs que contiveram atirador na BR-116 após morte de policiais federais serão avaliados para promoção por bravura



Dois policiais militares que contiveram o homem que matou a tiros dois policiais rodoviários federais nesta quarta-feira (18) na BR-116, em Fortaleza, serão avaliados para receber promoção por bravura ou medalha. A nomeação da comissão que vai avaliar o ato dos PMs foi publicada nesta quarta pela Polícia Militar.


Os dois policiais rodoviários federais retiravam um andarilho da rodovia quando o homem tomou a arma de um deles e os matou. Em seguida, o autor dos disparos foi morto por um policial militar que passava pela via. A secretaria não detalhou qual a participação do segundo policial na ocorrência, porém, informou que os dois PMs viram que o homem havia atirado nos agentes e que ele estava com as duas armas dos policiais rodoviários, contiveram o atirador e recuperaram o armamento.


Os dois PMs são o 3º sargento Diego Pedrosa Costa, do Comando de Policiamento de Choque (CPCChoque), e o cabo Francisco Raimundo de Sousa da Silva do Batalhão de Policiamento de Trânsito Urbano e Rodoviário Estadual (BPRE).


A publicação da nomeação da comissão foi publicada no boletim do comando geral da PM. Será avaliado o ato que a polícia afirma ser "não comum de coragem e audácia, que, ultrapassando os limites normais do cumprimento do dever, represente feito de notório mérito ação inerente à missão institucional da corporação militar em serviço ou de folga."


A medalha bravura Tiradentes é concedida aos policiais militares que atuam com heroísmo nas práticas da carreira policial militar. Um diploma é entregue junto com a medalha. Após ser submetida a proposta à aprovação do comando, a medalha é entregue em ato solene.


O suspeito de matar os dois policiais não tinha antecedentes criminais. Ele foi identificado como Antônio Wagner Quirino da Silva, de 31 anos, por meio de necropapiloscopia, técnica utilizada pelos peritos para realizar a identificação de pessoas mortas por meio das impressões digitais.


Horas após o ocorrido circularam nas redes sociais informações e fotos de que o autor do crime contra os agentes seria uma ex-fuzileiro naval, informação que foi desmentida pela Policia Rodoviária Federal (PRF).


Diário do Nordeste