Em Camocim, deputado federal Idilvan Alencar defende reajuste salarial dos professores e o pagamento dos precatórios. - Revista Camocim

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segunda-feira, 14 de março de 2022

Em Camocim, deputado federal Idilvan Alencar defende reajuste salarial dos professores e o pagamento dos precatórios.

A gente precisa entender que professor não pode estar ganhando salário de miséria e exigir boa educação para os filhos dos trabalhadores.




 
Na sexta-feira 11, o deputado federal Idilvan Alencar (PDT) esteve em Camocim ministrando uma palestra sobre o contexto nacional da educação e os desafios para 2022. Na ocasião ele concedeu entrevista aos radialistas Miqueias Santos, da Liberdade FM e Rafael Barbosa, da Meio Norte FM Camocim, e defendeu, categoricamente, sem arrodeio, o pagamento do precatório do Fundef para os professores e o reajuste salarial. 


Sobre a remuneração e  valorização dos professores, o parlamentar, que levanta no congresso nacional a bandeira da educação, disse que todo município merece tratar bem o professor e que é uma questão  a ser tratada ao nível nacional. 


Ao ser questionado sobre possível inconstitucionalidade no rateio dos precatórios,  considerando o fato da prefeita de Camocim, professora Betinha, se demostrar contra o  pagamento,  Idilvan aconselhou  que se efetue a exemplo de vários municípios, dentre eles Forquilha, que realizou o rateio  mediante um acordo judicial celebrado entre o Sindicato, Ministério Público Estadual e Poder Público Municipal. 



“Essa pauta tem que ser sagrada neste pais. A gente precisa entender que professor não pode estar ganhando salário de miséria e exigir boa educação para os filhos dos trabalhadores.


Ainda falando sobre o não rateio dos mais de R$36 milhões dos precatórios de Camocim, respondendo o radialista Miqueias Santos,  o deputado informou que foi relator do Projeto na Câmara Federal que assegura  60% para os professores e é totalmente de acordo que esse valor seja pago. 


 De acordo com Idilvan existe uma pendência Judicial em que alguns tribunais se colocam contrário ao pagamento dos precatórios. 


“ Eu não gosto de entender essa pendência,  é uma coisa que colocamos na Constituição Federal, não foi uma Lei Ordinária, foi uma lei complementar, ou seja,  virou constituição, emenda constitucional. E mesmo assim tem tribunal ainda  dizendo que não pode  pagar, mas nós não defendemos isso. Queremos que 60% vá para  professor, que é uma Lei”.


Confira trechos da entrevista







Carlos Jardel