Na Câmara, Secretária da Educação de Viçosa silencia ao ser interrogada sobre prestação de contas dos recursos do Fundeb - Revista Camocim

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Na Câmara, Secretária da Educação de Viçosa silencia ao ser interrogada sobre prestação de contas dos recursos do Fundeb




A Secretária da Educação de Viçosa do Ceará, Willia Oliveira de Andrade, silenciou na Câmara de Vereadores na Sessão de ontem, quando interrogada pelos parlamentares sobre suas ações polêmicas no exercício de gestora da pasta. 


Ela apenas leu um relatório resumindo, evasivo, e quando interrogada, apenas respondia: “mantenho o meu direito de silêncio”.


Ela foi  convocada pela Câmara de Vereadores para prestar esclarecimentos sobre o pagamento do abono aos professores, relativo ao saldo remanescente do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação — Fundeb, referente ao exercício financeiro de 2021.


Os vereadores agora deverão mover uma ação na Justiça contra o prefeito e contra a secretária, por infringir a lei da transparência pública, que obriga os gestores públicos a fornecerem todas as informações sobre as ações do governo, principalmente no que diz respeito aos gastos públicos. 


Alfinetada


Secretária, para começo de história, quem não deve não teme! O seu silêncio nada mais e nada menos atestou que na sua gestão teve/está tendo "marmelada" com o dinheiro público. 


O direito ao silêncio até existe e, logicamente, todos tem esse direito, mas esse silencio não significa virtude, honradez ou zelo pela coisa pública, significa covardia.


Direito ao silêncio existe para que "ninguém constitua provas contra si mesmo". E se a senhora secretária silenciou, é porque suas respostas ao interrogatório dos vereadores comprovariam sim, sem sombras de dúvidas, erros e falcatruas na gestão da educação municipal de viçosa. Pois, se a gestão é pautada na retidão, então por que o medo de responder?  


Agora, muito mais grave, é a secretária responder aos órgãos da Justiça. E pior ainda é a chefe da pasta ter que responder por corrupção. 


Se o prefeito de Viçosa  fosse zeloso com a máquina pública, já teria exonerado a secretária, pelo menos por motivo de covardia, pois deixou transparecer que ele também é cúmplice na possível patifaria. 


Carlos Jardel