Polêmica - " A venda do prédio da Associação dos Retalhistas é imoral, ilegal, apaga parte da história Camocinense e a justiça há de anular": diz advogado Marcos Coelho - Revista Camocim















sábado, 21 de agosto de 2021

Polêmica - " A venda do prédio da Associação dos Retalhistas é imoral, ilegal, apaga parte da história Camocinense e a justiça há de anular": diz advogado Marcos Coelho

 


A venda de um imóvel situado na área mais central da cidade de Camocim, virou polêmica. Trata-se do prédio, quase centenário, da Associação dos Retalhistas, que reuniu comerciantes da época áurea da economia Camocinense e que retratava a força do comércio local, considerando as condições portuárias e ferroviárias disponíveis a partir da metade do século passado.


Camocim era um município rico e diversas associações e sindicatos representavam os interesses dos patrões e dos empregados.


Alguns sócios atuais, através do advogado Marcos Coelho, ingressaram quarta(19) com uma Ação Declaratória de Nulidade de Venda de Imóvel, perante a Justiça de Camocim.


Alegam, os sócios reclamantes, que a venda foi uma fraude pois o intuito da formação da nova Diretoria era soerguer a Associação e voltar a prestar serviços de saúde, de qualificação profissional aos associados e  outros de natureza comunitária. No entanto, ainda segundo os denunciantes, ao contrário do que se imaginava tudo teria sido armado para depois se realizar a venda ilegal do prédio.


O prédio da Associação dos Retalhistas foi vendido à empresa AMV Participações  LTDA, cujo sócio majoritário é o empresário Antonio Manoel Fontelene Veras Filho.


Entre outros motivos, na Ação de Nulidade da venda do imóvel, os sócios reclamam que o pai do comprador, Antonio Manoel Veras, é membro da atual Diretoria que autorizou e realizou a venda. 


E atestam, ainda, que a eleição da Diretoria foi outra fraude, pois quando eleita em 2020, teve como escrutinador (aquele que conta os votos da eleição), um funcionário de total confiança do posterior comprador do imóvel e que sequer era sócio da Associação, o Sr. Rafael Jorge.


O conflito será decidido pelas mãos da Justiça.


















Carlos Jardel 

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