Miqueias: Ítalo Pacheco não tem noção ou se faz de doido sobre a situação do Município, para fazer politica burra e barata! - Revista Camocim

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terça-feira, 8 de maio de 2018

Miqueias: Ítalo Pacheco não tem noção ou se faz de doido sobre a situação do Município, para fazer politica burra e barata!

Segue parte do editoral do radialista Miqueias Santos, que alfinetou hoje, no noticiário Liberdade Noticias, da Rádio Liberdade FM, o ignorante vereador da oposição de Chaval, Ítalo Pacheco.

"O vereador Ítalo Pacheco é realmente um despreparado, sem nenhum conhecimento da situação do Município. Para se ter ideia, ele disse que "o Promotor não mandou o prefeito colocar ninguém pra fora, apenas fez uma recomendação para que o Município viesse a se adequar à LRF - Lei de Responsabilidade Fiscal. 

Agora, a pergunta que não quer calar, vereador: como se encaixar a Lei de Responsabilidade Fiscal mantendo funcionários contratados incidindo no limite prudencial, estabelecido pela Lei? Como desconsiderar a queda dos repasses a cada mês? Como equilibrar as contas tendo que pagar débitos de gestores de sua família, que acabaram com a cidade?

Talvez - e é bem provável - o vereador Ítalo não tenha conhecimento dos repasses do Município, que vem sofrendo uma queda vertiginosa. Ou então se faz de "doido" para aproveitar a situação e fazer "politicagem burra e barata", seguindo o exemplo de seu chefe, Paulo Pacheco.

Para o vereador Ítalo ter uma noção da situação é bem simples, basta fazer um pequeno cálculo e observar os detalhes a seguir:  

A LRF determina que os municípios podem gastar no máximo 54% de suas receitas correntes líquidas com pessoal, mas os prefeitos já ficam sujeitos a penalidades legais quando esses gastos ultrapassam os 51% das receitas. O limite de alerta e prudencial é de 49%.

Então vejamos, se o município, a nível de comparação, recebia 2 milhões mensais, poderia gastar R$1.020.00 reais que seria o teto de gastos com pessoal, porém se essa arrecadação cai para R$1.800.000, esse teto cairia para o valor de R$918.000 reai mensais. Isso é simples, é a matemática nua e crua das contas do município.

Porém, lembre-se: com os valores diminuindo, é impossível manter a quantidade de funcionários contratados. Primeiro porque o município não teria naturalmente como pagar esses funcionários, e segundo, porque o gestor cairia na Lei de Responsabilidade Fiscal, além de ser enquadrado por improbidade administrativa.

Pergunta: pelos cálculos, como é que um Município consegue segurar o quadro de pessoal?

Obviamente o Ministério Público vai sim bater de frente e exigir que a Lei seja cumprida, assim sendo, as demissões são uma questão nítida para qualquer pessoa bem intencionada em entender a questão.

Porém, um detalhe vem à tona com essa situação: os serviços públicos! Pois a gestão tem a necessidade de mantê-los. Mas, como manter o serviço se não pode contratar? Será que o vereador Ítalo Pacheco vai pagar do bolso dele esses profissionais?

É  para se lamentar demissões, mesmo que sejam necessárias, pois são pais e mães de família que estão na batalha, são jovens que desse emprego pagavam seus estudos e ajudavam seus pais.

Agora, o que fazer diante de uma situação desse tipo? Pedir ao prefeito Sebastião emprego para a namorada, para a esposa, para parentes, amigos e familiares? É essa a ajuda que alguns querem dar e receber? 

Qual a seria a ajuda que muitos em Chaval falam que o prefeito Sebastiãozinho não dá aos vereadores? Seria distribuir mensalinhos? Seria empregar amigos e parentes de vereadores? Ou seria facilitar e viciar licitações para alguém ganhar dinheiro roubando os cofres do município de Chaval?

Poder público, cargo público, não é meio de vida, não é profissão.

A dignidade hoje tem valor em Chaval? É isso mesmo? Vereador só se apoia o prefeito se tiver algo em troca?

É essa a cidade que desejam? É esse os representantes que a sociedade deseja? É essa a forma de se fazer política e usar cargo eletivo? (...)"

Miqueias Santos