EMANOEL VIEIRA MENTE,MAIS UMA VEZ, AO DIZER QUE "NÃO MUDARAM DE LADO" - Revista Camocim

terça-feira, 26 de abril de 2016

EMANOEL VIEIRA MENTE,MAIS UMA VEZ, AO DIZER QUE "NÃO MUDARAM DE LADO"

Sinta nojo! Ironia do vereador insulta a população.

Sinta nojo 1

Ontem, durante pronunciamento na Tribuna da Câmara, o vereador Emanoel Vieira mentiu descaradamente ao dizer que os cinco vereadores que se elegeram no palanque comandado pelo ex-prefeito Chico Vaulino não mudaram de lado.

"Nós não mudamos de lado", mente  Emanoel ao rebater  Ricardo, " o palanque que ocupamos na campanha era do vereador Mastrô (...) e o candidato, que era o Chiquinho do Peixe, agora caminha com a prefeita Mônica", concluiu a mentira.

O povo de Camocim, e boa parte da região Norte do Ceará, conhecem muito bem os vereadores que "viraram a casaca". O nobre advogado Marcos Coelho classificou o episódio de "raparigas do cabaré".

O vereador Emanoel Vieira, que costuma mentir na Tribuna da Câmara, insultou, zombou e debochou com sua forte ironia a população e, principalmente, os eleitores que o elegeram. Ele elogiava o ex-prefeito Chico Vaulino nos palanques eleitorais,   chegando ao ponto de insinuar publicamente, durante comícios,  que o grupo do deputado Sérgio Aguiar havia o dedo do satanás.

Sinta nojo 2

Por falar em satanás, o próprio vereador, cuja uma de suas especialidades é mentir, disse, no "episodio raparigas do cabaré", que daria a "alma ao diabo" se tivesse sido ele um dos que votou pela aprovação das contas do ex-prefeito Sérgio Aguiar. Poucos dias depois ele confessou que tinha votado juntamente com Mastrô e Jeová.

Também é mentiroso o vereador Mastrolhano, que teve a "cara de pau" de ir numa emissora de Rádio, após episodio do "raparigas do cabaré,  dizer que não tinha "votado nas contas de Sérgio Aguiar.

O único que publicamente não se manifestou foi o Jeová, no entanto, para amigos e eleitores, também negou que teria ajudado Sérgio.

Sinta nojo 3

Por fim, o comportamento do vereador Emanoel Viera foi agressivo, desrespeitoso, incoerente e estúpido, que ridiculariza o já tão desacreditado parlamento municipal.

Carlos Jardel