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segunda-feira, 27 de julho de 2015

(ALFINETADA) OXE! ENTÃO A LÍNGUA PAGA?

Sege a opinião do leitor que pediu para ser identificado com as inciais FJ

"Os detratores, não tendo mãos para fazerem suas obras, mantém a língua afiada para caluniar as alheias. Se atrelarmos essa linda frase ao momento político pelo qual Camocim passa atualmente, estaremos, sem duvida nenhuma, permeabilizando o consciente popular. Isso porque o povo sabe que quem antes criticava os problemas da cidade, hoje não só parou com as críticas, como também não teve competência pra resolver os ditos problemas. Oxe! Então, a língua paga? Veja você mesmo.

Antes, a oposição, hoje situação, adorava adocicar vossas bocas falando, de dia e de noite, de umas tais vacas imexíveis. Pois bem. E agora? A cidade está empestada de vacas, cavalos, jumentos. Até em festa de carnaval as vaquinhas estão andando. Há quem diga que daqui uns dias a cidade terá em pleno centro comercial, um monumento do referido animal, como forma de efetivá-lo como mais um símbolo da cidade. Pelo jeito, a atual administração deve ter tendência indiana, a ponto de achar a vaquinha um animal sagrado. Não duvido é nada.

Outro ponto repudiado em plena fervência de campanha eleitoral foi a falta d’água. E agora Zé? O que se vê vez por outra são notas de esclarecimento na mídia local tentando justificar isso ou aquilo em relação ao assunto. Mas ué, a promessa não era acabar com esse problema? Não era esse um problema fácil de ser resolvido, haja vista que a equipe da atual administração goza de grandiosa competência? Não se justifica o injustificável colocando a culpa em terceiros. A sociedade quer resultados, e logo. O povo não toma banho com notas de esclarecimento Zé. Cadê a água? 

E o que falar do matadouro público? Antes, a crítica ferrenha era absoluta. Hoje, eles perecem tratar como relativa. Todas as vezes que se toca no assunto, a conversa que aparece é que já se tem recurso pra solucionar o caso. E porque não soluciona? Gostaram da "carninha" de moita? O prédio tá abandonado e o povo tá vendo.

E as lagoas que continuam a se formar lindamente no inverno? Já se foram mais de 3 anos e o problema continua. E vem aí mais um período chuvoso. Vai continuar do jeito que tá? Outro ponto de total enfoque para críticas era o fato da gestão anterior, ao realizar eventos culturais, não divulgar com antecedência a programação e não investir pesado na contratação de bandas de nível estadual e regional. Acontece que essa tal prática criticada antes, ainda permanece na administração atual. A programação dos eventos é divulgada em cima das buchas, não dando o tempo necessário pra o turista organizar sua vinda pra cá. Sem falar na ausência de bandas relevantes já contratadas pra animar eventos por aqui. Quer exemplo? Veja a programação do carnaval 2015 e do Festival de Quadrilhas 2015. Cadê o investimento de peso? Nem banheiro químico está sendo mais oferecidos na estrutura dos eventos. Pimenta no fiofó dos outros é refresco.

Isso tudo, sem entrarmos nos detalhes a respeito do esporte inoperante, que também era alvo de críticas. A secretaria de esporte foi criada, mas até hoje não se sabe de nenhuma ação relevante por parte da mesma que apresentasse benefício à cidade. E ainda o caso circunstancial da falta de emprego pros nossos jovens. Quantas empresas a prefeita Mônica Aguiar conseguiu trazer pra Camocim com o objetivo de gerar emprego e renda? Senta e procura. 

Ah. Lembrando que não se pode jogar a culpa de tudo isso que aqui foi citado em cima da crise pela qual perpassa o país. Mônica Aguiar, quando candidata, foi apresentada como a pessoa que mais tinha competência para enfrentar os desafios de uma gestão em Camocim e trazer uma melhor qualidade de vida ao povo. Ela era tida como a via de mudança. Mas aí eu te pergunto: Que mudança? Cadê a competência pra enfrentar desafios? De duas uma: ou a atual gestão é incompetente mesmo, ou então falta boa vontade pra corrigir o que tá errado. E deixo aqui o aviso amical de que o povo já sabe que próximo ano tem eleição, e, portanto,
não adianta fazer uma enxurrada de obras e consertos em 2016 porque não vai pegar muito bem aos olhos da população. Tenho absoluta certeza que vocês sabem que por mais afiada que a língua possa ser, não se pode esquecer que quem corta são os dentes. Nesse caso, os do povo".

Forte abraço.