UMA HISTÓRIA QUE ME CONTARAM - Revista Camocim

Clique na imagem e fale com a gente

Clique na imagem e conheça nossos produtos e ofertas

Clique na imagem e conheça nossos produtos e ofertas

Financiamento a partir de R$160 mil.Venha conversar com a gente. Clique na imagem.


Em Camocim, hospede-se nos hotéis Ilha Park e Ilha Praia Hotel. Clique na imagem e faça sua reserva




terça-feira, 8 de janeiro de 2013

UMA HISTÓRIA QUE ME CONTARAM

"Os servos, as sacolas e o capacho"


Aconteceu em uma cidade bem distante, cujo nome não se sabe ou talvez não quisessem relatar, evitando constranger pessoas, ou quem sabe, visando garantir a integridade física e moral das mesmas, pois caso o fato caísse na grande mídia poderia causar uma repercussão catastrófica  e com isso cabeças poderiam rolar. A história é mais ou menos assim:
“O Comando Geral da Cidade, ávido e louco para se lambuzar na autoridade que lhe foi concedida pelo povo, resolveu aplicar severas medidas, aos servos do baixo escalão, prestadores de serviços permanentes  em uma  Repartição Matriz do Comando Geral, cuja função essencial era cuidar da Educação do Povo.   
Os simples e honestos servidores, antes de saírem da Matriz Educacional, eram submetidos humilhantemente ao ato de, entregar suas sacolas de panos e plásticos para um capacho de cargo maior dentro da repartição que, as vasculhava sem dó nem piedade e quando raras vezes era interpelado pelos motivos da ação,  dava a seguinte resposta: “é apenas uma medida de prevenção, vinda do Comando Geral, para evitar que vocês levem para as suas casas, documentos ou objetos institucionais. Vocês não tem a confiança do Comando Geral ! ”. E assim, como escravos de uma ideologia opressora, cada servido entregava sua sacola para o vasculho do capacho. A história conta que na  região onde se localizava  a cidade, em tempo algum, se ouviu falar de caso semelhante, seria por tanto, um ato inédito de tortura aos servidores de qualquer Comando Geral. 
Não se relata nenhum fato que dê origem à medida adotada aos servos subalternos, e nem se sabe por quanto tempo o fato ocorreu, pois o Comando Geral cuidou em silenciar as vítimas desta história e procurou passar para a população mensagens de uma falsa estabilidade e de um zelo incontestável para com as pessoas que gerenciavam a Matriz Educacional do Comando Geral da Cidade".

(Historia fictícia, por tanto,  é mera coincidência com a realidade)
Autor : SJ

Carlos Jardel