O caso César Veras entrou em um ponto sensível. A discussão agora é se o acusado tinha ou não condições mentais de responder pelo crime.
Entenda o que acontece
Laudo psiquiátrico concluiu que Antônio Charlan Rocha Sousa, acusado pela morte do vereador, tem Transtorno Psicótico Não Especificado e foi considerado inimputável.
Na prática, isso pode retirar o caso do Tribunal do Júri e substituir o julgamento popular por medida de segurança com tratamento psiquiátrico compulsório.
O documento foi anexado ao processo em 23 de março. Ministério Público, defesa e assistentes de acusação ainda podem contestar o resultado ou pedir nova perícia.
Charlan está preso preventivamente em Sobral. César Veras foi morto a facadas em abril de 2024, em um restaurante na orla de Camocim. Outras duas pessoas ficaram feridas.
Carlos Jardel
As informações são do Camocim Mídia

