Há seis anos, em 11 de março de 2020, o mundo recebia uma notícia que mudaria completamente a vida das pessoas. Naquele dia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que o avanço do novo coronavírus havia se transformado em uma pandemia da COVID-19.
O anúncio foi feito pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, após o vírus já ter se espalhado por mais de 110 países, com cerca de 118 mil casos confirmados e mais de 4 mil mortes.
A partir dali, o planeta entrou em alerta máximo.
Um vírus que começou do outro lado do mundo
Os primeiros casos da doença surgiram no fim de 2019, na cidade de Wuhan, na China. Em poucos meses, o vírus atravessou continentes e chegou praticamente a todos os países.
Hospitais lotaram, sistemas de saúde ficaram sob pressão e governos passaram a adotar medidas emergenciais para tentar conter o avanço da doença.
O que aconteceu no Brasil
No Brasil, o governo começou a agir ainda antes da declaração de pandemia.
Em 3 de fevereiro de 2020, o Ministério da Saúde do Brasil decretou emergência em saúde pública, permitindo ações mais rápidas para enfrentar a chegada do vírus.
Pouco tempo depois, em 20 de março de 2020, o Congresso Nacional do Brasil reconheceu estado de calamidade pública em todo o país, liberando recursos e flexibilizando regras fiscais para enfrentar a crise.
Mudanças que marcaram uma geração
Depois da declaração da pandemia, a rotina mudou no mundo inteiro. Medidas que antes pareciam impensáveis passaram a fazer parte do dia a dia:
- cidades em lockdown
- escolas e universidades fechadas
- eventos cancelados
- uso obrigatório de máscaras
- restrições de viagens
campanhas de vacinação em massa.
Famílias perderam parentes, milhões de pessoas enfrentaram dificuldades econômicas e a pandemia entrou para a história como uma das maiores crises sanitárias já vividas pela humanidade.
Carlos Jardel
.jpeg)
