Roubos no Ceará caem 14,4% em junho, aponta balanço do Governo - Revista Camocim

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segunda-feira, 8 de julho de 2024

Roubos no Ceará caem 14,4% em junho, aponta balanço do Governo

 


Os índices de roubo no Ceará diminuíram 14,4% em junho deste ano, se comparados ao mesmo período do ano passado. O dado, que diz respeito aos Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVPs), foi divulgado nesta segunda-feira (8) pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).


De acordo com o órgão, foram registradas 3.003 ocorrências nesse período — contra 3.059 em junho de 2023. A maior parte dos casos foi em Fortaleza, que concentrou 2.162 registros. No entanto, mesmo na Capital, houve uma retração de 9,7% — haviam sido 2.393 CVPs em junho do ano passado.


Na Região Metropolitana (RMF), os roubos caíram 25,7%, com 455 ocorrências registradas recentemente. Contudo, a maior redução foi observada no Interior Sul do Estado, onde os crimes do tipo caíram 47,3%.


REDUÇÃO NO SEMESTRE


Considerando todo o primeiro semestre deste ano, foram 10,6% menos roubos no Ceará, segundo o balanço. A queda alcançou todas as regiões do Estado.


VEJA OS DADOS DE CVPS POR REGIÃO (1º SEMESTRE)


Fortaleza: de 14.491 em 2023 para 13.620 em 2024 (-6%)

RMF: de 3.897 em 2023 para 2.998 em 2024 (-23,1%)

Interior Sul: de 1.615 em 2023 para 1.166 em 2024 (-27,8%)

Interior Norte: de 1.531 em 2023 para 1.466 em 2024 (-4,2%)


INVESTIMENTO


A SSPDS alega que os dados são resultado de ofensivas preventivas e investimentos em tecnologia. Além disso, ressalta que as equipes da Polícia Militar foram reforçadas com 860 novos agentes iniciando o serviço operacional supervisionado.


"Já para reforçar as investigações, o governador do Ceará, Elmano de Freitas, empossou 428 novos policiais civis, além de assinar a Lei da Paridade dos Policiais Civis", informou a pasta.


Outro ponto destacado como positivo pelo Governo foi o aumento dos valores da gratificação por apreensão de armas de fogo, acessórios e munição. Com o aumento, os valores, que variavam de R$ 400 (revólveres) a R$ 800 (fuzis), passaram para R$ 600 a R$ 1,2 mil, respectivamente.


Diário do Nordeste