Urna eletrônica terá nova voz para eleitores cegos ou com baixa visão - Revista Camocim

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segunda-feira, 8 de abril de 2024

Urna eletrônica terá nova voz para eleitores cegos ou com baixa visão


As urnas eletrônicas a serem usadas nas eleições municipais deste ano terão uma nova voz sintetizada para auxiliar pessoas com deficiência visual na hora de votar para prefeito e vereador. A voz, batizada como Letícia, é da cantora Sara Bentes, de Volta Redonda-RJ, que nasceu com deficiência visual. Todos os modelos utilizados nos dias 6 (data do primeiro turno) e 27 de outubro (segundo turno) estarão equipados com a inovação.


A voz dará as instruções básicas, como o início do uso da urna pelos eleitores, informará o cargo que está em votação a cada momento, os números digitados e o nome do candidato escolhido.


“Ao entrar na seção eleitoral e se identificar, a pessoa deve comunicar a deficiência visual à equipe de mesárias e mesários, que habilitará a urna e entregará fones de ouvido para uso durante a permanência na cabine eleitoral”, diz a nota do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


O TSE afirma que a voz tem um toque mais humano, natural e inteligível, e melhorará a compreensão dos eleitores. A corte eleitoral acredita que a inovação tecnológica será um avanço na comparação com as urnas utilizadas de 2000 a 2018, que comunicavam o cargo em votação e os números das candidaturas, no entanto, não informavam os nomes dos concorrentes.


A melhoria da urna eletrônica atende à sugestão da Organização Nacional de Cegos do Brasil, feita em outubro de 2022 à Seção de Voto Informatizado do TSE.


SEM FRAUDE


A urna eletrônica é um equipamento de processamento de dados que com o seu software (programas) permite a coleta de votos em uma eleição e posteriormente a sua transmissão. A tecnologia que é nacional começou a ser implementada no Brasil em 1996.


Em quase 30 anos de uso e servindo para recolher os votos de todos os pleitos (presidente, governador, senador, deputado federal, deputado estadual, deputado distrital, prefeito e vereador) a urna eletrônica nunca apresentou falhas ou vulnerabilidades a fraudes, conforme as dezenas de testes públicos de segurança, auditorias e verificações de resultados feitos diretamente por eleitores, partidos políticos, Ministério Público (MP), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal (STF), Controladoria-Geral da União (CGU), Polícia Federal (PF), Sociedade Brasileira de Computação, Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, além dos departamentos de Tecnologia da Informação de universidades.


Opinião CE