"Portal pirata de oposição" mente descaradamente sobre concessão do Parque Nacional de Jericoacoara - Revista Camocim

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

"Portal pirata de oposição" mente descaradamente sobre concessão do Parque Nacional de Jericoacoara



Primeiro, falaremos do “portal pirata de desinformação”, alimentado por membros da oposição de Jijoca de Jericoacoara, que não tem endereço, telefone de contato e que ninguém assina as postagens, coisas básicas para quem trabalha com comunicação de forma séria e responsável. Ou seja, a tal página, no Instagram, é coisa de gente desonesta, anti-democrática, covarde e sem espírito público. É um troço tão descarado que, na maior cara de pau do mundo, se identifica com a frase: “informação com credibilidade”. 


Qual a credibilidade da covardia? Resposta: credibilidade zero! O que custa colocar a cara a tapa, como fazem as pessoas honestas e convictas de suas ideologias politicas?  Resposta: não custa nada! Seria até mais nobre e produtivo para o debate público, porém, esse tipo de gente não costuma ter virtudes e acredita piamente que a Internet é terra sem lei. 


Bom, mas o Ministério Público e a Justiça já estão no faro dessas quadrilhas organizadas, que agem contra as leis no universo virtual. Um dia ela alcança e pune. 


Agora, falemos da mentira mais recente divulgada pelo dito portal da oposição, cujo titulo do disparo criminoso afirma: “Em leilão, na Bolsa de Valores, prefeito vende Jericoacoara por R$ 61 milhões”. Ora, sem querer ofender os quadrúpedes de orelhas avantajadas, mas, até um asno consegue entender que essa manchete reflete apenas a alma sebosa de quem postou e o desejo ardente de ver o turismo de Jericoacoara falido para proveito politico de uma cambada de incompetentes, de A a Z. 


Mesmo que o prefeito quisesse, ele não poderia vender o Parque Nacional de Jericoacora. Nem ele e nem ninguém — e os desonestos intelectuais da oposição sabem disso —. Primeiro, pelo caráter público-nacional do Parque, gerido pelo Governo Federal por meio direto do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade — ICMBIO. 


Segundo, o que ocorreu na Bolsa de Valores, em São Paulo, não foi uma venda, como desejou a oposição: foi um leilão para a concessão de 30 anos para a iniciativa privada administrar o Parque, obedecendo um rigoroso edital com cláusulas comprometedoras, beneficiando o meio ambiente e a comunidade local. 


Terceiro, o Leilão não foi promovido pela prefeitura, e sim pelo Governo Federal.


Quarto, entenda, rapidinho, a diferença entre venda [privatização] e concessão.
 

— A privatização ocorre com a venda de bem público a uma empresa. É como se fosse a venda de um imóvel, em que o bem é transferido definitivamente para o comprador. Já a concessão é como um aluguel, em que o uso é permitido apenas por um período determinado. Nos casos de concessão, as condições para a exploração do serviço, ou manutenção do espaço, são bastante claras e registradas em contrato.

 
Quinto, voltaremos a falar sobre assunto. Aguarde. 


Carlos Jardel