Vítimas de ataque no Paraná eram namorados; suspeito já foi preso - Revista Camocim

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terça-feira, 20 de junho de 2023

Vítimas de ataque no Paraná eram namorados; suspeito já foi preso


Os estudantes Karoline Verri Alves, de 17 anos, e L.A., de 16, ambos vítimas do ataque ao Colégio Estadual Professora Helena Kolody na manhã desta segunda-feira, 19, em Cambé, no Paraná, eram namorados. Pelas redes sociais, o casal aparecia com frequência fazendo postagens expressando o amor um pelo outro. Os jovens eram populares na comunidade escolar.


A primeira publicação foi em junho de 2022. No entanto, ao programa Meio Dia Paraná, da RPC, o pai do garoto, R.A., afirma que eles já namoravam desde maio do respectivo ano


A jovem não resistiu aos ferimentos e veio a óbito assim que feito o disparo. Já o rapaz está internado e respirando com ajuda de aparelhos após levar um tiro na cabeça do suspeito — que já foi preso, em estado gravíssimo, no Hospital Universitário de Londrina (H.U). Ele deve passar por cirurgia ainda nesta segunda, 19.


“O médico me falou que ele está com uma bala alojada no cérebro e estão para fazer a cirurgia. Ele está entubado. Ele mora com meus pais e foi para a escola. Hoje é meu aniversário e sempre ficamos o dia todo juntos quando é meu aniversário. Peço orações para todo mundo, todo mundo sabe que ele não mexe com ninguém. Ele vai sair dessa”, disse o pai.


Conforme apuração da Polícia Militar, o suspeito é um ex-aluno de 21 anos, o que facilitou a entrada na instituição.


“Foi uma tragédia. Pelo menos 12 disparos. Isso nunca aconteceu na cidade”, afirmou o secretário de comunicação da Prefeitura de Cambé, Tiago Mussini, ao jornal O Globo.


Segundo Mussini, "a ação foi muito rápida e o atirador foi dominado por um funcionário [um zelador] do colégio". 


NOTA DA REDAÇÃO⁠⁠


O POVO opta por não publicar foto, vídeo, nome ou qualquer detalhe sobre autores de ataques a escolas. A decisão atende a recomendações de estudiosos em comunicação e violência. ⁠⁠Entendemos que a divulgação dessas informações pode estimular novos agressores, que usem a divulgação da imprensa profissional como forma de promoção de atos de violência.⁠⁠ O POVO pretende manter a postura em casos subsequentes, podendo reavaliar se novos estudos indicarem rumos que tragam maior segurança à sociedade.⁠



O POVO