Lula deve anunciar pelo menos cinco ministros nesta sexta-feira (9) - Revista Camocim

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

Lula deve anunciar pelo menos cinco ministros nesta sexta-feira (9)



O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva deve anunciar nesta sexta-feira (9) os nomes de cinco ministros do futuro governo. Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo,  comandará a Fazenda; o governador da Bahia, Rui Costa, irá para a Casa Civil; José Múcio Monteiro ficará à frente da Defesa; o senador eleito Flávio Dino será ministro da Justiça e o embaixador Mauro Vieira será o titular do ministério das Relações Exteriores.


Lula definiu também, nesta quinta-feira (8), os futuros comandantes das Forças Armadas, ao lado do futuro ministro José Múcio. Os nomes devem ser oficializados também na sexta-feira. 


Júlio César de Arruda deve ser o titular do Exército. Na, Marinha, o nome será o do almirante de esquadra Marcos Sampaio Olsen. Para a Aeronáutica, o chefe será o tenente-brigadeiro do ar Marcelo Kanitz Damasceno. O comandante do estado-maior das Forças Armadas será o almirante de esquadra Renato Rodrigues de Aguiar Freire


Na reunião do Diretório Nacional do PT, de quarta-feira (7), Lula afirmou que pretendia divulgar os nomes dos ministros somente após a diplomação da chapa eleita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na próxima segunda-feira (12). Argumentou, porém, que precisava acelerar as articulações, dando a entender que era necessário evitar ruídos com agentes políticos e econômicos, além dos militares.


Um dos titulares já definidos, Haddad participou nesta quinta de uma reunião com o atual ministro da Economia, Paulo Guedes. "Fui muito bem recebido. Definimos uma agenda de trabalho a partir da semana que vem e as coisas estão transcorrendo bem", afirmou o ex-prefeito de São Paulo.


O deputado Alexandre Padilha (PT-SP), ex-ministro da Saúde, deve comandar a Secretaria de Relações Institucionais, cargo que já ocupou, e ajudar na articulação política.


Além da movimentação de antecipar ministro, Lula pretende pôr em campo articuladores políticos para negociar a última etapa da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição. Aprovado em dois turnos no Senado, o texto ainda deve passar pelo crivo da Câmara.


Diário do Nordeste