Barroquinha: avanço das dunas foi previsto há 03 anos no relatório técnico do Estado, quais medidas adotadas por Jaime Veras? - Revista Camocim

Colégio Marujo, 15 anos! Na rota da educação!

Colégio Marujo, 15 anos! Na rota da educação!
Clique na imagem

Contato: (88)9 9937-1998

Contato: (88)9 9937-1998

Clique na imagem e conheça os cursos preparatórios e apoio educacional


Clique na imagem e conheça os produtos







sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Barroquinha: avanço das dunas foi previsto há 03 anos no relatório técnico do Estado, quais medidas adotadas por Jaime Veras?




A migração das dunas do município de Barroquinha, alcançando as comunidades de Bitupitá, Curimãs e Venâncio, foi prevista documentalmente no ano 2019, no Relatório Técnico do Governo do Estado do Ceará de n.º 02/2019, solicitado pelo prefeito da época, professor Ademar. No mesmo ano, com o documento em mãos, o gestor municipal oficiou ao secretário Estadual do Meio Ambiente, Artur Bruno, um estudo para a mudança de um trajeto alternativo, considerando que as vias se encontram em Área de Preservação Permanente — APP. 


Ademar concluiu seu mandato e, em tese, o novo prefeito, no caso Jaime Veras, deveria ter dado continuidade aos trabalhos de articulação com o Estado e com as demais entidades indicadas no Relatório Técnico, dentre elas a Defesa Civil e o Instituo Chico Mendes. Além da interlocução com as Universidades UFC, IFC e UECE para a realização de mais estudos. 


A pergunta que não ofende e não quer calar é: passado dois anos da nova gestão, considerando que o soterramento da rodovia era previsto, o que fez o prefeito Jaime Veras? 


Em nota [cara de pau] ele disse ter visto a situação da estrada da comunidade Curimãs nas redes sociais apenas na última quarta-feira 14... 


Alfinetada


Provavelmente Jaime Veras nada fez em relação ao processo migratório das dunas. A 'nota oficial', publicada por ele, nada de substancial foi informado para a população. 


Bom, mas, se ele fez algo relevante, então, é obrigação divulgar, principalmente para os moradores das comunidades atingidas, que estão sendo vítimas, até que se prove o oposto, da irresponsabilidade e negligência governamental. 


Carlos Jardel