Prefeitura colocou para fora 80% dos transportes locados e chega há 02 meses de atraso no pagamento dos que restaram - Revista Camocim

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quinta-feira, 24 de novembro de 2022

Prefeitura colocou para fora 80% dos transportes locados e chega há 02 meses de atraso no pagamento dos que restaram

Serviços públicos estão parados por falta de combustível; saúde é a área mais afetada.




As empresas Colinas Transportes e Serviços  [atende a pasta da  Educação] e KM Rental [atende a Saúde e demais secretarias] juntas, a pedido da prefeita Elizabeth Magalhães, cortaram o contrato com 80% dos veículos que compõe a frota do serviço público. 


A Saúde é a área mais afetada, principalmente nas comunidades dos distritos de Guriú e Amarelas, onde os moradores necessitam dos transportes nos casos emergenciais e na rotina de atendimento das Unidades Básicas de saúde. 


A situação se agrava com os 02 dois meses de atraso no pagamento contratual dos veículos que restaram trabalhando. Muitos donos de transportes ameaçam paralisar os serviços.


Além da falta de pagamento, a prefeitura também 'reduziu a quase zero' o abastecimento de combustível. 


“ A gente leva pacientes para o hospital de Camocim, muitas  vezes na madrugada, as pessoas morrendo de dor, por  pura piedade, para não deixar elas morrerem,  porque a prefeitura, além de não pagar a gente, deixou de abastecer os transportes. A gente tira do próprio bolso”, contou ao blog um motorista, dono de transporte locado para uma região rural de Camocim. 


Ainda de acordo com o dono de transporte, “alguns já deixaram de trabalhar porque estão no prejuízo”.


Parte dos trabalhos desenvolvidos nas unidades básicas de saúde também estão comprometidos pelo corte dos transportes e do combustível.


Demissão de profissionais


A prefeita prejudicou o atendimento das unidades básicas de saúde, reduzindo o quadro de profissionais médicos, enfermeiros e odontólogos, demitidos do município após o encerramento do primeiro turno das eleições deste ano. 


“Com os profissionais que restaram, principalmente os dentistas, a secretaria tentou negociar o pagamento deles, aumentando a carga horaria e pagando um valor inferior. Só que essa proposta nãi foi aceita”, revelou ao blog uma fonte da Secretária da Saúde. “ Só que eles foram praticamente obrigados a atender em várias unidades de saúde para não elas não ficarem totalmente descobertas”, finalizou.


Alfinetada


Apesar das críticas e denúncias dos trabalhadores e da população, a chefe do executivo municipal não se pronuncia.  Os gestores das pastas envolvidas também adotaram o silêncio como resposta. 


Os vereadores da base aliada apoiam a decisão da prefeita, ignoram as reclamações da população e elogiam a gestora maior pelas medidas adotadas.


A oposição na Câmara Legislativa até critica e denuncia  os casos informados por moradores, mas não passam do bate boca na Tribuna da Câmara, não adotam uma postura tecnicamente mais eficiente. 


A impressão é de que Camocim está entregue às baratas! 


Carlos Jardel