Emanoel Vieira se livra de processo em que afirmou ter dado declaração falsa para a Justiça Eleitoral no caso Régis da Ipu - Revista Camocim

Super promoção "Matrícula Premiada" do Colégio Future.

Super promoção "Matrícula Premiada" do Colégio Future.

26 de novembro: Show do Hungria em Camocim no Ilha Park

Colégio Future com matrículas abertas para 2023

Colégio Future com matrículas abertas para 2023

Clique na imagem e conheça os cursos preparatórios e apoio educacional


Clique na imagem e conheça os produtos







terça-feira, 8 de novembro de 2022

Emanoel Vieira se livra de processo em que afirmou ter dado declaração falsa para a Justiça Eleitoral no caso Régis da Ipu


 

ENTENDA


Na época, o ex-vereador Régis da Ipú, respondendo a uma acusação, precisava provar para a Justiça Eleitoral que seu estado Civil era "solteiro" - como de fato era e é - para isso, dentre outras provas, constou uma declaração assinada pelo vereador Emanoel Vieira, garantido que, de fato, Régis era solteiro.  Na época, os dois eram aliados políticos. 


Ocorre que a amizade politica dos dois findou, e em discussão na Câmara, em 2014, ao recorrer à Tribuna, Emanoel Vieira, num discurso acalorado, disse ter fornecido uma declaração falsa à Justiça para beneficiar  Régis da Ipú. " Eu assumo o crime", garantiu. 


Por conta da fala desastrosa, Emanoel Vieira passou a responder um processo na Justiça Eleitoral, promovido pelo Ministério Público. Afinal de contas, o individuo  não  pode  assumir publicamente um crime e passar despercebido. 


O processo se movimentou durante sete anos na Comarca de Camocim. Encontrava-se estagnado neste ano, até a exigência da Corregedoria do Tribunal de Justiça solicitando que fosse concluso. 


Ao julgar o caso, após ouvir as testemunhas e documentos, o Juiz Eleitoral da Comarca de Camocim, Tiago Dias da Silva, considerou improcedente a denúncia, ressaltando que muito embora Emanoel Vieira tenha "agido de má-fé", se declarando criminoso, contudo, não houve crime em relação ao documento apresentado por ele em favor de Régis da Ipú. Segundo o Juiz, o crime só existiu na imaginação do sujeito [Emanoel Vieira].


Na mais recente sessão legislativa, ao ler a decisão do Juiz, Emanoel disse que, na época, agiu "pelo impulso" porque "estava chateado com o vereador Régis", por ele ter lhe "chamado de moloque em um comício".


"Eu, na época, disse que tinha dado uma declaração falsam pro vereador Régis, que em nenhum momento eu fiz. A declaração que esta casa [Câmara] assinou, e que está nos autos do processo, foi de acordo com o histórico dele (Régis] com a Certidão de Nascimento dele. E até onde eu sei, ele nunca foi casado. É tanto que o Promotor pediu quer todos os Cartórios da região mandasse as Certidões. E o Régis continua solteiro". Explicou. 


Carlos Jardel