Remédios de alto custo: secretária da saúde judeia com camocineses - Revista Camocim

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sábado, 30 de julho de 2022

Remédios de alto custo: secretária da saúde judeia com camocineses


Vários camocinenses estão sofrendo com a desorganização da secretária da saúde no que diz respeito a entrega de medicamentos de alto custo. Antes, a entrega era feita na Farmácia Municipal, no centro comercial da cidade. Agora, sem explicações convincentes, a gestão municipal determinou a entrega no CAPS, localizado no Bairro Nossa Senhora de Fátima. Entenda o sofrimento:


1-Moradores dos bairros distantes, Rodagem do Lago ou Praia, por exemplo, precisam se deslocar até o CAPS de bicicleta,  mototáxi, ou táxi. Isso os pouquíssimos com mais condições financeiras.  A imensa maioria é gente pobre, desempregada e baixa renda, que mal têm com o que se alimentar diariamente.  Agora imagine os moradores da Zona Rural da região do distrito do Guriú? 


2-Obstante o problema de localização, os medicamentos nem sempre estão disponíveis; sempre falta! E para piorar  a  farmacêutica fica feito barata tonta, atendendo no CAPS e na Farmácia, num revezamento diário, deixando o público sem saber para onde ir. 


3-Uma mãe, cujo filho usa medicamento de alto custo, relatou que por diversas vezes chegou no CAPS para receber o medicamento com a farmacêutica, mas, para o seu desgosto,  e ela se encontrava na Farmácia Municipal. Dai, a mãe se dirigia até a Farmácia e não mais encontrava a "profissional carrapeta". Com isso, segundo a mãe da criança, ela não conseguia a medicação e quando retornava outro dia, o estoque já havia se esgotado. "Acabou, volte no outro mês". 


Finalizando


A Secretaria da Saúde sacrifica uma farmacêutica, que não consegue dar conta da demanda, e  não compra medicamentos de acordo com a necessidade. Com isso o resultado não poderia ser outro a não ser o sofrimento da população, principalmente a parcela mais pobre. 


Calma, ainda não acabou!


Muitas pessoas reclamam que a secretaria da saúde coloca dificuldades para fornecer os medicamentos de alto custo. Em alguns casos a pasta municipal simplesmente diz que não têm o medicamento e não é do interesse do município comprar. Muitos pacientes acabam acionando o Ministério Público Estadual, que por sua vez aciona a Justiça para garantir o direito do cidadão e da cidadã. 

 

Carlos Jardel