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segunda-feira, 11 de abril de 2022

Após ter sido impedido, presidente do Sindicato Apeoc Camocim vai à Câmara usar a Tribuna

 Betinha não cumpre promessas de campanha assumida com professores. 

O presidente do Sindicato Apeoc Camocim, professor Neudson Carvalho, irá participar na próxima quarta-feira(13), da Sessão Plenária da Câmara, onde deverá usar a Tribuna parlamentar para se pronunciar sobre os últimos eventos ocorridos em função do reajuste salarial do magistério camocinense, concedido pela prefeita Betinha, abaixo do que esperava a categoria. 


O professor Neudson foi impedido de se pronunciar pelo presidente Jeová na sexta-feira (08), data em que a proposta da chefe do executivo foi aprovada na Câmara pela bancada de apoio ao governo, que forma a maioria dos votos. 


A informação foi divulgada pelo presidente do Sindicato no início da tarde desta segunda-feira (11) durante entrevista concedida aos radialistas Miqueias santos e André Martins no programa Liberdade Noticias, da Liberdade FM 90.3. 


Durante a entrevista o representante dos profissionais da educação camocinense criticou a prefeita Betinha e lembrou dos compromissos que ela assumiu com o sindicato, mas que até o momento, passado um ano de seu governo, não cumpriu. 


Em 2020, durante campanha eleitoral, a então candidata professora Betinha, se comprometeu em chamar o sindicato para dialogar a respeito do precatório do Fundef. Para o presidente da comissão municipal do Sindicato, a expectativa era de que município e sindicato, mediante diálogo, homologassem um acordo na justiça para  destinar os 60% do recurso para os professores, “mas até hoje ninguém sabe, ninguém viu, ninguém diz nada sobre esse recurso”.


Ainda na campanha eleitoral, na entrevista da Apeoc, Betinha respondeu “sim, integralmente” para a proposta da criação de uma mesa permanente de negociação com o Sindicato.


“Na hora da campanha é aperto de mão, é abraço, é beijinho, tá tudo bom, tudo  bem.  E depois? Vira totalmente as costas!”, lamentou Neudson “é triste, mas se a gente tiver que ganhar alguma coisa, vai ser no Tribunal de Justiça”. 


Carlos Jardel