Tia Lidu, que ainda não apresentou um projeto para o povo de Camocim, confunde Câmara com a casa da mãe joana. - Revista Camocim

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sexta-feira, 11 de março de 2022

Tia Lidu, que ainda não apresentou um projeto para o povo de Camocim, confunde Câmara com a casa da mãe joana.




Usando uma máscara do padroeiro de Camocim, Bom Jesus dos Navegantes, a suplente de vereadora Tia Lidu (PDT), que está ocupando temporariamente a cadeira do James do Peixe na Câmara, e que até o momento não apresentou nenhuma proposta para população, tem dedicado exclusivamente seu trabalho parlamentar no ataque ao ex-prefeito Chico Vaulino, recorrendo ao discurso baixo e apelativo, cometendo descaradamente quebra de decoro. 


E tudo indica que ela tem uma câmera instalada na residência do então ex-prefeito, pois afirmou incisivamente, na tribuna legislativa, recentemente, que ele “não ajuda os pobres”.


É obvio que a suplente Lidu está mentido. Várias pessoas pobres de Camocim podem depor contra essa afirmação. Além disso, ela aloprou ao chamar Chico Vaulino de “safado e cachorro”. 


Alguém precisa informar a essa senhora que esse vocabulário chulo e depreciativo é indigno do parlamento e ela pode responder por isso nos tribunais de Justiça, pois imunidade parlamentar não é autorização para o cometimento de crime contra a honra de quem quer que seja. 


E quer dizer, Jardel, que ninguém pode criticar o Chico Vaulino? Lógico que pode! Os agentes públicos precisam ser criticados [até o Papa recebe criticas]. O que não pode é cometer quebra de decoro. Os vereadores não são pagos para isso. 


A realidade é que a Tia Lidu está confundido debate politico acalorado com briga de vizinhos desbocados em ponta de rua. E certamente deve está acreditando que a Câmara de Vereadores é realmente a “casa da mãe Joana”.  Só que não é!


Acompanho há quase vinte anos o debate politico na Câmara de Vereadores de Camocim, e apesar do besteirol de praxe, reconheço o talento de muitos edis, tanto de situação como de oposição, quando na defesa de suas ideias politicas e dos seus respectivos grupos. 


E não é para menos, o nível intelectual de boa parte dos vereadores é alto, haja vista a quantidade de graduados ao nível superior: professores, advogados, baixareis em Serviço Social, radialistas, médicos, militares e acadêmicos. Tem vereador em Camocim, por exemplo, que possui três graduações universitárias.  Isso, indiscutivelmente, qualifica o debate. 


E são vereadores que conhecem, pelo menos na teoria, o Regimento Interno da Câmara, a Lei Orgânica do Município e outras matérias do expediente legislativo. 


Mas a questão também não é sobre quem tem conhecimento acadêmico ou não. Nada disso. Até porque existem parlamentares de pouco estudo e de grande produção pública. A questão é sobre respeito, desrespeito e quebra de decoro.  


Ai, neste caso,  aparace a Tia Lidu, zangada, preocupada e mentindo sobre a falta de caridade de um Ministro da Eucarística, confundindo, também, a Tribuna da Câmara com um púlpito paroquial. Ou seja, atuação incompatível com o cargo público.


Carlos Jardel