Médico suspeito de crime sexual é solto após pagar fiança de R$ 30 mil - Revista Camocim



Clique na imagem e conheça os produtos




Barraca Mergulhe: Contato/WhatsApp: (88) 9 9260 4733

Barraca Mergulhe: Contato/WhatsApp: (88) 9 9260 4733

Para mais mais informações, clique na imagem





quinta-feira, 31 de março de 2022

Médico suspeito de crime sexual é solto após pagar fiança de R$ 30 mil



O médico de 71 anos preso em flagrante suspeito de crime sexual foi solto após pagar fiança de R$ 30 mil, nesta quarta-feira (30). A informação é do delegado regional de Icó, Glauber Ferreira.


O caso ocorreu em Orós, contra uma paciente de 22 anos no Hospital e Maternidade Luzia Teodoro da Costa, na última terça-feira (29). Após pagar a fiança, o profissional deve responder em liberdade. 


Nesta quarta, mais 5 mulheres chegaram a relatar casos de violência depois da prisão do profissional. A suspensão do registro do médico no Conselho Regional de Medicina (CRM) será solicitada pela Polícia Civil.


“Relatando que também foram vítimas em outras cidades que ele trabalhava como Catarina, Acopiara, no Icó e em outras cidades. Inclusive, enfermeiras relataram esse mesmo assédio praticado pelo médico”.

GLAUBER FERREIRA, Delegado


Entenda o caso


Segundo informações da Delegacia Regional de Icó, para onde o médico foi levado, o suspeito praticou atos libidinosos contra a vítima durante a realização de exames. A paciente estava no consultório dele e, quando o médico tentou praticar o crime, ela saiu correndo.


A Polícia Militar foi acionada e, após ser detido, o médico foi autuado com base no artigo 215 do Código Penal, que prevê pena de 1 a 5 anos de reclusão pelo crime de importunação sexual. O nome do médico não foi divulgado.


Afastamento


Após a primeira denúncia, a Secretaria Municipal de Saúde de Orós, responsável pela gerência do Hospital e Maternidade Luzia Teodoro da Costa, divulgou nota informando que o médico detido é plantonista da unidade e foi imediatamente afastado do plantão e desligado do quadro de funcionários do Município. 


"A secretária de saúde e a diretora do hospital se fizeram presente no momento, repudiando a ação do médico,  e oferecendo a ajuda necessária à vítima", diz a pasta, acrescentando que o médico não quis se manifestar sobre o caso, mas nega as acusações. 


Diário do Nordeste