Buscas por vítimas chegam ao 4º dia em Petrópolis com 120 mortos - Revista Camocim

Clique na imagem e conheça os cursos preparatórios e apoio educacional


Clique na imagem e conheça os produtos




Barraca Mergulhe: Contato/WhatsApp: (88) 9 9260 4733

Barraca Mergulhe: Contato/WhatsApp: (88) 9 9260 4733





sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Buscas por vítimas chegam ao 4º dia em Petrópolis com 120 mortos



Até a madrugada desta sexta-feira (18), quando o Corpo de Bombeiros iniciou o quarto dia de buscas por vítimas da chuva em Petrópolis, foram confirmados 120 mortos. 


Dos corpos localizados, 101 estão no Instituto Médico Legal (IML), sendo 65 de mulheres e 36 de homens. Entre eles há 13 menores de idade. Ao menos 33 vítimas já foram reconhecidas. 


O número de desaparecidos continua incerto, mas a Polícia Civil estima que 116 pessoas sumiram durante o temporal, enquanto o Ministério Público do Rio (MP-RJ) aponta 46. O cruzamento dessas duas listas, segundo o G1, que excluiu os nomes repetidos, faz o total de vítimas procuradas chegar a 149.


RESGATES


Conforme a Secretaria Estadual de Defesa Civil, permanece em 24 o número de pessoas resgatadas com vida. Outras 705 pessoas foram encaminhadas aos 33 pontos de apoio montados na cidade em escolas municipais e igrejas. 


Cerca de 200 policiais civis também atuam na área de forma aérea e terrestre em busca de vítimas. Estão no local peritos legistas e criminais, papiloscopistas, técnicos e auxiliares de necropsia, servidores de cartório e de diversas delegacias da Região Serrana.


TEMPO


O Climatempo alertou que o município de Petrópolis pode registrar novos temporais nesta sexta-feira (18). Apesar de a previsão indicar sol com muitas nuvens, há 90% de chance de chover 45 milímetros ao longo do dia.


  • Manhã: sol com muitas nuvens e chuva;
  • Tarde: sol com muitas nuvens e chuva;
  • Noite: muitas nuvens e chuva.

O Centro Nacional de Monitoramento e Alerta (Cemaden) ainda afirma que a possibilidade de novos eventos de movimentos de massa na Região Serrana permanece "muito alta", sobretudo em Petrópolis.


Diário do Nordeste