Ou a prefeita faz o decreto valer ou a situação vai piorar ainda mais - Revista Camocim

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Ou a prefeita faz o decreto valer ou a situação vai piorar ainda mais


Já falei aqui sobre os decretos sanitários  publicados pela prefeita Betinha. Na teoria eles dariam conta de atender o que precisa ser alcançado na luta contra a pandemia de Covid-19, mas, na prática, estão servindo apenas para alimentar as redes sociais do governo municipal e nada mais. Se não forem levados a sério, a tendência — Deus nos livre —  é de que haja muito choro nas bordas das urnas fúnebres e acenos de despedidas na direção de corpos envoltos aos famigerados sacos pretos.

Já se fala de uma terceira onda da Covid e se vive o surto de uma nova variante da Influenza, o H3N2, levando hospitais e postos de saúde à loucura do eterno atendimento precário. Por isso é necessário sentir o peso dos decretos, para evitar o peso  da doença e da morte. Já as autoridades municipais precisam fazer pesar os decretos para o alívio de todos. O que não pode é a situação permanecer como está: afrouxada e sem o mínimo de controle.  


Veja bem: o que Betinha decretou, segundo a própria, “será regido pelos  termos do Decreto Estadual de 5 de janeiro de 2022”., até aí tudo beleza! O problema é que desde essa data nenhum dos decretos, por parte da população e do poder público, foram respeitados em Camocim. Isso precisa mudar urgentemente.


É zero de fiscalização sanitária e zero no controle de público nos ambientes, conduzindo a história do passaporte sanitário para  uma  piada pronta com os artigos 9,10 e 11 do decreto municipal, que tratam da fiscalização e punição: nunca foram levados à sério!


E antes que algum “doidinho de pedra” comece, do nada, a dizer que estou tratando de “fechar geral”, lamento informar, mas: não! Estou tratando do controle de público e das demais medidas sanitárias, justamente para que não ocorra nada mais rígido.  Ok?

   

O fato é que já se passaram dois dias do decreto municipal, e foram dois dias de pleno descumprimento. 


Carlos Jardel