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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Crianças com Covid-19 na data agendada para vacinação devem aguardar 30 dias para atendimento



Demorou quase dois anos, mas a imunização contra Covid-19 em crianças, enfim, começou no País. A campanha para a faixa etária de 5 a 11 anos, contudo, ocorre em meio ao surto de síndromes gripais e a dominância da variante Ômicron do coronavírus — mais transmissível. 


Neste cenário, pais e responsáveis têm dúvidas de como proceder em caso de suspeita ou infecção pela Covid-19 no período previsto para a vacinação de filhos e familiares.


Apesar da ansiedade após longa espera, a recomendação é adiar a aplicação em, pelo menos, quatro semanas em caso de contaminação pela doença (veja tira-dúvidas abaixo).


A orientação da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) - que vale para adultos e crianças - tem o objetivo apenas de evitar confusão com outros diagnósticos. Ou seja, em caso de reação, os profissionais poderão identificar se foi causada pela doença. 


As vacinas pediátricas utilizadas são da Pfizer, que serão aplicadas em duas doses com intervalo de oito semanas. O imunizante é comprovadamente seguro e eficaz para reduzir o número de internações e óbitos.


Na Capital, esse público começou a ser vacinado neste sábado (15). A logística ocorre por listas de agendamentos, divulgadas pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS). 


Por que adiar a vacina


Segundo a Sesa, em caso de contaminação pelo coronavírus, é recomendado o adiamento da vacinação nas pessoas com quadro sugestivo de infecção em atividade. 


“Como a piora clínica pode ocorrer até duas semanas após a infecção, idealmente, a vacinação deve ser adiada até a recuperação clínica total e, pelo menos, quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas a partir da primeira amostra de PCR positiva em pessoas assintomáticas”, informou, em nota.


Diário do Nordeste