Covid e síndrome gripal: alô Betinha! atendimento no Sesp precisa melhorar - Revista Camocim

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Covid e síndrome gripal: alô Betinha! atendimento no Sesp precisa melhorar





É indiscutivelmente formidável a ideia de colocar mais uma vez o Centro de Saúde Maria Helena Botona, antigo Sesp, para atender os pacientes com síndrome gripal aos finais de semana. Contudo, a Secretaria da Saúde precisa qualificar o atendimento, dando-lhe caráter emergencial, ou seja, sem intervalos e com profissionais se revezando no serviço, pois da forma como está ocorrendo, no formato convencional, chega a ser desumano devido à  incompatibilidade com a demanda. 


No último final de semana, para se ter noção da realidade, dezenas de pessoas doentes compareceram ao centro de saúde em busca de consulta médica e da realização do teste rápido para covid. Porém, as pessoas que chegaram às 09h não conseguiram atendimento, tendo que retornarem no turno da tarde, às 13h30min, e eis o problema: temendo não conseguirem ficha, várias pessoas se anteciparam, chegando por volta do meio-dia, no entanto, tiveram que se deparar com as portas da unidade fechada, gerando uma espera sofrida e demorada, expostas ao escaldante sol.


— Imagine a pessoa no pingo do meio-dia, com febre, dor no corpo, cansada, tossindo para morrer no relento e em pé durante mais de duas horas? Visualizou o sofrimento? Agora imagine a dificuldade para  organizar a ordem de atendimento dos pacientes? Então? Tudo isso ocorreu  e foi um completo sofrimento para quem buscava alivio! 


Bom, o jeito, repito, é colocar o centro de saúde em caráter emergencial durante o ensaio da 3.ª onda da covid e durante o surto da influenza, para evitar mais sofrimentos para as pessoas e  potencializar o atendimento. 


O correto, a meu ver — apesar de saber que não é fácil —, seria pagar hora extra para os profissionais da saúde e colocar as unidades básicas de saúde de plantão.  Dessa forma haveria menos sofrimento na busca de atendimento. 


Carlos Jardel