Camilo diz que se concorrer ao Senado, será “natural” que PDT escolha candidato ao Abolição - Revista Camocim

Clique na imagem e conheça os cursos preparatórios e apoio educacional


Clique na imagem e conheça os produtos




Barraca Mergulhe: Contato/WhatsApp: (88) 9 9260 4733

Barraca Mergulhe: Contato/WhatsApp: (88) 9 9260 4733





terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Camilo diz que se concorrer ao Senado, será “natural” que PDT escolha candidato ao Abolição



O governador Camilo Santana (PT) disse, nesta segunda-feira (13), em entrevista à rádio FM Assembleia, que se for candidato ao Senado, em 2022, será “natural” que o PDT escolha o representante que irá disputar o cargo no Governo do Estado nas eleições do próximo ano.


“Vai depender muito das definições dos cargos majoritários no próximo ano. É natural que, se eu sair para uma disputa de Senado, a vaga de candidato a governador seja do PDT”, afirmou. Porém, há uma ala petista, liderada pelos deputados federais José Airton e Luizianne Lins, que defende o lançamento de candidatura própria do PT ao Governo do Ceará.


Um dos motivos para essa indefinição sobre a manutenção, ou não, da aliança entre PT e PDT são os constantes ataques do pré-candidato ao Planalto, Ciro Gomes (PDT), ao ex-presidente Lula (PT), que também é pré-candidato à Presidência da República.


Contudo, mesmo com as recentes divergências entre os partidos, o governador Camilo Santana acredita na manutenção da aliança para o próximo ano. “Até o momento há a disputa nacional, mas saberemos ter a responsabilidade, a maturidade pra fazer esse bom debate. Quem sabe a conjuntura nacional irá construir os caminhos que a gente sonha, deseja para o Brasil. Temos até julho do próximo ano para essas definições”, disse.


Possíveis candidatos


Até o momento, quatro nomes do PDT surgem como possíveis representantes do partido na disputa pelo Abolição, são eles: a vice-governadora, Izolda Cela; o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE), Evandro Leitão; o ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio, e o deputado federal Mauro Benevides.


CN7