Ela não vai imprimir nada, Mário Roberto - Revista Camocim













segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Ela não vai imprimir nada, Mário Roberto




Sem querer "desesperançar", vereador Mário Roberto, mas crendo no que se apresentou caracterizando, até praticamente ontem, a identidade de gestora pública da professora Betinha,considero impossível ela, agora como prefeita, "imprimir no seu mandato a marca de uma prefeita que gosta do diálogo com as categorias", pois quando chefe da Pasta da Educação, nos 08 anos da gestão Monica, nunca se importou com essa "extrema necessidade". Pelo contrário: fechou as portas,  virou as costas e perseguiu os servidores indispostos a comungar com sua ideologia politica/partidária.


Lembro - e muita gente lembra - do eloquente áudio critico de um partidário Aguiar, quando feito o anúncio do nome Betinha para concorrer ao cargo de prefeita sucedendo Monica:  "Arrogante, atende muito mal as pessoas". Fora isso, inúmeros professores, até mesmo eleitores do mesmo grupo politico dela,  além de compartilharem o áudio polêmico completaram "a pior escolha do Sérgio e da Monica. Pior não tem". 


A prefeita pode até sentar numa mesa de negociações para conversar com os representantes da Guarda Civil Municipal, afinal de contas já existe uma pressão e uma leve sinalização para que isso ocorra. Mas é bom lembrar que esse ato, por si só, não garante os carimbos que caracterize todo o governo como necessariamente dialógico. A começar pelo pavor que sua base aliada na Câmara tem: sempre rejeitando toda e qualquer proposta de audiência pública para discutir com a população temas polemicos de interesse público.


A prefeita Betinha, assim como Monica e Sérgio Aguiar, não gosta de dialogar com quem questiona com legitimidade o funcionamento da máquina.



Carlos Jardel 



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