Um rápido e primeiro comentário sobre o Jubileu da diocese de Tianguá - Revista Camocim















sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Um rápido e primeiro comentário sobre o Jubileu da diocese de Tianguá



Pensando a respeito dos 50 anos da fundação da diocese de Tianguá, digo: é tempo de celebração, mas é, principalmente, tempo de análise e reflexão [honesta] que se detenha numa perspectiva de futuro, com foco nos desafios de evangelizar observando os tempos, a sociedade e, obviamente, o Evangelho de Jesus Cristo. Mas precisa ser o olhar do Mestre.  - Há quem olhe, revestido do maléfico fundamentalismo, de forma desordenada e superficialmente, apenas para as páginas do primeiro testamento, ignorando  a ordem lógica do olhar do Deus de Jesus de Nazaré, contextualizado perfeitamente no Segundo Testamento, na sua forma amorosa de ver e ouvir os clamores do povo sofrido de um tempo, de uma realidade, de um contexto histórico!  Detalhe: não  por menos adotou-se , do Belgo Joseph Cardijn,   há bastante tempo, o método Ver, Julgar e Agir. 


Bom, mas não é uma tarefa fácil colocar a Igreja Diocesana de frente para a honestidade dos ensinamentos de Jesus e de suas preferências. Porque exige compromisso dos pastores e das demais pessoas com poder religioso institucional,  para desmontar as alegorias e fazer aterrissar  o que se transformou em  "espaçonave fora de órbita", distante do chão das pessoas de carne e osso. 


Está dizendo que os pastores estão distantes do proposito de Jesus?  Sim. Estou! E não digo de agora. Há bastante tempo, sem generalizar, pagando um preço alto, bato na mesma tecla que muitos já bateram – inclusive o próprio Jesus e o Papa Francisco. 


A reflexão não acaba por aqui. Volto depois. Aqui foi só a primeira provocação.


Carlos Jardel 

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