Algumas palavras sobre a farsa da ouvidora de Camocim - Revista Camocim















sexta-feira, 9 de julho de 2021

Algumas palavras sobre a farsa da ouvidora de Camocim





A frase afirmativa " tudo tem limites" parece não funcionar na esfera politica. Pelo menos em Camocim para o casal de corruptos, o deputado estadual Sérgio de Araujo Lima Aguiar e a senhora  Monica Gomes Aguiar, ex-prefeita e atual ouvidora Municipal.  Por que estou dizendo isso? Porque a ouvidora passa dos limites com essa farsa de "ouvidora".


Isso é um assunto discutido com muita frequência, e precisa ser, porque ela não é, na prática, ouvidora. Ela se tornou, na prática, a proprietária do poder executivo municipal! E o que eu ou você, caro leitor, tem a ver com isso? Respondo: Tudo! Porque ela é paga, com o meu e com o seu dinheiro, para ser ouvidora e não "a dona da prefeitura". 


Qual o trabalho da ouvidora, além de postar fotos na internet? Qual o seu trabalho, dona Monica Aguiar? O que a senhora faz no seu gabinete, além de atender demandas politicas e não de governo? 


A senhora foi prefeita por 08 (oito) anos e não deu importância alguma pro serviço de ouvidoria. Ninguém nem lembra o nome dos ouvidores que passaram pelo seu governo. Se duvidar estes nem gabinetes tinham.  E isso demostra que você não tem compromisso com o serviço de ouvidoria!


Por falar nisso, qual o telefone da ouvidoria, e-mail, whatsapp, que a senhora nunca divulgou? A senhora ouve quem? 


Agora a senhora aparece em todos os eventos do governo municipal -  eventos criados para serem palcos de campanha politica eleitoral antecipada pra você e pro seu marido - tirando fotos entregando cestas básicas e kits de merenda escolar, participando de visitas técnicas, com autoridades politicas, como se fosse a figura mais importante do governo. Nem mesmo a chefe de pasta  mais importante do governo  você é, segundo a precedência  do cerimonial público.  


Você sufoca a imagem da prefeita e aniquila a imagem do já inoperante e inexpressivo vice-prefeito Ismael, esse que apenas "mama" o dinheiro público sem trabalhar naquilo para o qual foi eleito. 


O cargo de ouvidor é importante mas não tem essa relevância que a ex-prefeita impõe na administração pública municipal. 


E há quem diga: Isso não atrapalha em nada! E eu digo: Atrapalha sim! Esse postura da Monica Aguiar  assalta, no clarão do dia, a autoridade da prefeita, no caso a professora Betinha. As pessoas votaram para prefeita Governar e não pra Ouvidora. Não existe eleição pra Ouvidora Municipal. 


Isso que Monica Aguiar está fazendo é um desserviço pra Democracia e também pra Administração Pública. 


E Betinha "tem culpa no cartório". Porque colabora com tudo isso. Não se impõe. Se acovarda, fortalecendo o estigma que carrega de laranja e marionete. 


Voltaremos a tratar deste assunto - de ouvidoria - outras vezes, dona Monica Aguiar, corrupta, condenada. 


Carlos Jardel

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