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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

TARIFA DA CONTA DE LUZ DEVE TER REDUÇÃO DE 2,7%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abriu ontem audiência pública para receber contribuições sobre a alteração adicional da bandeira vermelha, a vigorar entre setembro e dezembro deste ano. A proposta é reduzir a bandeira vermelha de R$ 5,50 para R$4,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O valor de R$ 1 a menos na bandeira a cada 100 Kwh pode representar menos 2,7% na tarifa da conta de luz.

A estimativa é do presidente da Câmara Setorial de Energias Renováveis da Agência de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Adece), Jurandir Picanço. Ele considera que a medida não tem sentido, a não ser o de uma notícia boa entre tantas negativas. Se confirmada a queda de cerca de 18% na bandeira vermelha, a conta de luz dos consumidores residenciais deverá ter uma redução de 2%, em média, segundo estimativa do diretor geral da Aneel, Romeu Rufino.

A agência também calcula que a queda no valor da bandeira vermelha reduzirá em R$ 1,7 bilhão a arrecadação do sistema de bandeiras até o fim do ano. A proposta de redução apresentada pela agência ocorre devido ao pedido do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que no último dia 9 de agosto, mandou desligar dois mil megawatts gerados em termelétricas que têm custo de operação superior a R$ 600 por megawatt-hora.

Como o ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, já havia dito, o desligamento das térmicas ainda não permite mudar a cor para amarela, na qual a taxa adicional corresponde a R$ 2,50 para cada 100 quilowatt-hora. “Não temos cenário para mudar a (cor da) bandeira nos próximos meses”, disse Rufino.

Ele lembrou que, para que a bandeira fique amarela, é necessário desligar termelétricas com custo de operação abaixo de 388 reais por MWh.

A proposta de redução da taxa da bandeira vermelha permanecerá em audiência pública até o dia 24 de agosto. Depois disso, a Aneel se reúne para aprovar a mudança no dia 28 deste mês para que entre em vigor em setembro. O POVO procurou a Companhia Energética do Ceará (Coelce) e a Aneel mas eles não informaram o consumo médio mensal de energia residencial no Ceará. Também não informaram o valor da tarifa da baixa tensão.

O POVO