MÃE E FILHA DE OITO MESES SÃO ENCONTRADAS MORTAS DENTRO DE CASA DE VERANEIO - Revista Camocim

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

MÃE E FILHA DE OITO MESES SÃO ENCONTRADAS MORTAS DENTRO DE CASA DE VERANEIO

Uma mãe e a filha de oito meses foram encontradas mortas a tiros em uma casa de veraneio localizada em Paracuru, distante 87 km de Fortaleza, às 6h deste domingo, 23. O crime ocorreu em uma residência situada na avenida João Lopes do Meireles, bairro Campo de Aviação. Elas moravam na capital e estavam passando o final de semana no município, juntamente com o marido e pai do bebê; e o cunhado e a companheira dele.

Conforme informações do CPI, o caso aconteceu por volta das 2h da manhã, mas somente às 6h a Polícia Militar foi chamada para averiguar o caso. De acordo com o sargento Nonato Carvalho, da 2ª Companhia do 11º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Paracuru, os policiais foram acionados sobre uma ocorrência de roubo com dois mortos.

Segundo o relatório da PM sobre o caso, a criança apresentava um tiro nas costas que transfixou, enquanto a mulher estava numa cama com manchas de sangue na cabeça. Um revólver calibre 38 foi encontrado na cena do crime, além de um projétil da arma de fogo. A moça assassinada foi identificada como Adriana Moura de Pessoa de Carvalho Morais, 38 anos, residente do bairro Cocó, em Fortaleza, e a criança, Jade Pessoa Carvalho Morais, nascida em dezembro de 2014.

"Eles solicitaram a PM nesse sentido, que tinham sido vítimas de roubo. Depois, os policiais fizeram averiguação preliminar do local e não encontraram sinais de arrombamento", disse o sargento.

Segundo o comandante de Paracuru, capitão PM Charles Robert, três pessoas que estavam na casa de veraneio foram encaminhadas à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para prestar depoimento, sendo o esposo da vítima, o cunhado e a esposa dele.

Arma

A Perita Sônia Silva, da Perícia Forense do Estado do Ceará, informou que encontrou o revólver calibre 38 no bebê conforto da criança. A arma foi encaminhada à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e deve passar pelo exame de balística nesta segunda-feira, 24. 

"Estava no bebê conforto. Eu estava indo embora quando olhei, estava em cima da mesinha e pedi para ver o bebê conforto. A arma estava embaixo do forro, bem no cantinho. A pessoa colocou a arma em pé. Ninguém nunca poderia imaginar que estivesse um revólver ali", relatou. 

Segundo a perita, as duas foram mortas enquanto dormiam. A mãe foi atingida com um tiro na cabeça e a criança nas costas. 

Foi realizada a perícia no local e o exame de parafina nos parentes que estavam na casa. De acordo com o capitão Charles Robert, um exame de DNA também será feito na arma no intuito de encontrar algum vestígio do autor.

Versão do esposo 

Conforme o comandante da PM, quem acionou a Polícia foi o marido da vítima. “Ele acionou a Polícia. Segundo a versão dele, acordou 6 horas e foi olhar a esposa, que dormia em outro quarto. Quando mexeu nela notou que estava fria, então viu o sangue e percebeu que estava morta. Depois viu que a criança também estava morta”, contou.

Ainda conforme o capitão, o esposo de Adriana disse que a porta da casa estava aberta e que não ouviu o barulho dos disparos. “Ele conta que a porta da casa estava aberta e que não escutou barulho de tiro, quem ouviu foi a esposa do cunhado, por volta das 2 horas da madrugada, mas não sabia realmente se era de tiro", relatou.

A diretora da Divisão de Homicídios e Proteção á Pessoa (DHPP), Socorro Portela, confirmou que os parentes estavam na sede da DHPP e que prestavam depoimento acerca do crime. A delegada informou que estava avaliando o caso.

Redação O POVO Online