O Conselho Nacional de Educação decidiu rever a nova regulamentação que o próprio órgão apresentou para o ensino superior a distância no país.
No projeto inicial, havia a intenção de autorizar a modalidade apenas às escolas que tivessem conceito institucional quatro ou cinco (avaliação de qualidade feita pelo governo, que vai de um a cinco).
A proposta também determinava que os tutores, que auxiliam os estudantes, fossem equiparados aos professores responsáveis pelos cursos, inclusive salarialmente, o que aumentaria os gastos com a modalidade. E vetava que mais de uma instituição usasse o mesmo polo (estrutura física utilizada como apoio para os estudantes).
A proposta foi duramente criticada pelo setor privado de ensino, que viu no projeto uma forma de restringir a abertura de vagas.
Segundo Yugo Okida, um dos conselheiros do órgão federal de regulamentação, o projeto já está sendo rediscutido após as críticas. O conselheiro afirma que restringir a expansão nunca foi um objetivo.
Informações do O POVO
