JUSTIÇA DO CEARÁ ORDENA AFASTAMENTO DO PREFEITO DE BATURITÉ - Revista Camocim

Clique na imagem e conheça nossos produtos e ofertas

Clique na imagem e conheça nossos produtos e ofertas


Clique na imagem e fale com a gente

Em Camocim, hospede-se nos hotéis Ilha Park e Ilha Praia Hotel. Clique na imagem e faça sua reserva




quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

JUSTIÇA DO CEARÁ ORDENA AFASTAMENTO DO PREFEITO DE BATURITÉ

Por ordem da desembargadora Francisca Adelineide Viana, do Tribunal de Justiça do Ceará (TJ/CE), João Bosco Pinto Saraiva “Bosco Cigano” (PROS), prefeito de Baturité, foi afastado do comando do Executivo municipal. 

Ele e outros seis servidores da Prefeitura, também suspensos das funções públicas, foram proibidos de ter acesso aos prédios de repartições públicas do município. 

O procedimento atende à solicitação do Ministério Público do Estado, que, na manhã desta quarta-feira (10), ao lado da Polícia Civil, realizou uma operação de busca e apreensão em secretarias da Prefeitura de Baturité, na casa do prefeito e no escritório da empresa Tourinho Engenharia, que tem contratos com a gestão. 

A medida cautelar tem validade de seis meses e, apesar da seriedade de seus efeitos, os motivos que levaram à sua publicação não foram divulgados, já que o processo contra Bosco Cigano ainda segue em segredo de Justiça. 


PARADEIRO DESCONHECIDO
Desde a deflagração da operação policial de hoje, a localização de Bosco Cigano é desconhecida. A reportagem do portal Ceará News 7 tentou entrar em contato com a assessoria de comunicação do prefeito afastado, mas ninguém atendeu às chamadas telefônicas. 

PERSISTÊNCIA
Esta é a terceira vez que o prefeito de Baturité tem seu mandato barrado apenas neste ano. Em maio, após acusações de atrapalhar o processo de instalação de uma CPI na Câmara Municipal, que investigaria irregularidades na gestão, Bosco foi afastado por ordem da maioria dos vereadores.

Antes disso, em janeiro, durante uma série de protestos contra o atraso no pagamento de salários dos servidores, denúncias de fraudes em licitações, irregularidades no pagamento de empresas terceirizadas e uso de máquinas do Programa de Aceleração do Crescimento na coleta de lixo do município, os vereadores votaram por retirá-lo do cargo durante 120 dias. 

Nas duas ocasiões, Bosco Cigano conseguiu voltar ao Executivo poucos dias depois.

Ceará News