Confira o áudio da entrevista cedida nesta manhã de segunda-feira, AQUI
Fonte: Ceará News
Em entrevista exclusiva ao
programa Ceará News (Rádio Feliz FM 90,7, Ministério Canaã 93,5 e Rede Plus
FM) nesta segunda-feira (30), o senador
Eunício Oliveira, candidato do PMDB ao Governo do Estado, destacou que a
convenção realizada neste domingo (29) foi uma festa da democracia, onde contou
com o apoio de nove partidos e mais de 15 mil pessoas compareceram ao Ginásio
Aécio de Borba, em Fortaleza.
Eunício explicou que após a
quebra da verticalização, os partidos estão liberados para formalizar
coligações estaduais divergentes da
nacional. "Aqui o PSD está na aliança e vota em Eduardo Campos, o PSDB
vota em Aécio Neves, já o senador Eunício Oliveira e Roberto Pessoa (PMDB e PR)
votam na presidente Dilma, porque os partidos em nível nacional estão com
aliança. O voto para Dilma foi pedido de Lula e Michel Temer", ressaltou
Eunício
Em outro trecho da entrevista,
Eunício respondeu as críticas de que seria reacionário e classificado como
"riquinho" pelo secretário de Saúde do Ceará, Ciro Gomes. "Não
vou bater boca com quem não é nada e não é candidato, disse. Eunício afirmou
ainda ser ficha limpa e nunca teve um processo em 60 anos de idade. "Tem
muita gente que não pode andar na rua que a polícia pega", declarou.
O senador também condenou a
oferta de cargos em troca de apoio partidário, e citou o caso do presidente do
PV, Marcelo Silva, que havia formalizado apoio ao PMDB e derrepente fechou com
o governador Cid Gomes, após a esposa ser empregada na Secretaria do Meio
Ambiente do Estado.
"A Prefeitura de Fortaleza
abriu mais de 2 mil cargos terceirizados para cooptar vereadores e lideranças,
para o Ceará não ter uma candidatura alternativa ou competitiva",
finalizou.
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