CRITICAS: O ELOGIO DA LOUCURA - Revista Camocim

sexta-feira, 20 de junho de 2014

CRITICAS: O ELOGIO DA LOUCURA

 Se todo mundo aceita sua postura e suas atitudes, pare e pense, porque você está errando em alguma coisa. Quando não há críticas, você virou "algo comum e irrelevante". Ninguém vai se ocupar em comentar ou debater sobre alguma coisa que não vai fazer diferença. A genialidade e o sucesso, jamais chegariam a acontecer se, em pelo menos algum momento, não fossem lisonjeados pela alcunha de “loucura”.

Para dar-se bem na vida, é necessário criar uma identidade. Aqueles que se encaixam na sociedade, sem nunca sofrerem chacota, são as pessoas “mascaradas” que preferem dançar conforme a música imposta pelas demais pessoas, em vez de criar um novo acorde. O pensador Erasmo de Rotterdam, no qual citei no título do texto, diz: “A felicidade consiste essencialmente em querer-se ser o que é.” Se sabemos o que somos e se estamos dispostos a ser isso, logo, seremos felizes.

A loucura é a inteligência não compreendida ou não levada a sério por um banal motivo. Motivo que pode ser a ignorância do grupo social onde se encontra ou a não aceitação da própria pessoa. Então, que caminhemos sem essa preocupação; as críticas e “zoações” só nos darão destaque. E o sucesso não tem nada a ver com coisas comuns.


“Para cada boa impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular, é indispensável ser medíocre”. | Oscar Wilde