Se todo mundo aceita
sua postura e suas atitudes, pare e pense, porque você está errando em alguma
coisa. Quando não há críticas, você virou "algo comum e irrelevante".
Ninguém vai se ocupar em comentar ou debater sobre alguma coisa que não vai
fazer diferença. A genialidade e o sucesso, jamais chegariam a acontecer se, em
pelo menos algum momento, não fossem lisonjeados pela alcunha de “loucura”.
Para dar-se bem na vida, é necessário criar uma identidade.
Aqueles que se encaixam na sociedade, sem nunca sofrerem chacota, são as
pessoas “mascaradas” que preferem dançar conforme a música imposta pelas demais
pessoas, em vez de criar um novo acorde. O pensador Erasmo de Rotterdam, no
qual citei no título do texto, diz: “A felicidade consiste essencialmente em
querer-se ser o que é.” Se sabemos o que somos e se estamos dispostos a ser
isso, logo, seremos felizes.
A loucura é a inteligência não compreendida ou não levada a
sério por um banal motivo. Motivo que pode ser a ignorância do grupo social
onde se encontra ou a não aceitação da própria pessoa. Então, que caminhemos
sem essa preocupação; as críticas e “zoações” só nos darão destaque. E o
sucesso não tem nada a ver com coisas comuns.
“Para cada boa impressão que causamos, conquistamos um
inimigo. Para ser popular, é indispensável ser medíocre”. | Oscar Wilde
