ACIDENTADO NA BOA ESPERANÇA AGONIZA POR QUASE UMA HORA A ESPERA DE UMA AMBULÂNCIA - Revista Camocim

segunda-feira, 16 de junho de 2014

ACIDENTADO NA BOA ESPERANÇA AGONIZA POR QUASE UMA HORA A ESPERA DE UMA AMBULÂNCIA

CADÊ A AMBULÂNCIA PREFEITA? 


O leitor do Revista Camocim filmou o momento exato em que um homem acidentado (queda de moto)  no Bairro Boa Esperança foi socorrido para o hospital na carroceria de uma Viatura da Guarda Municipal, no sábado, dia 14, por volta das 20h. Isso depois de ter agonizado no local do acidente por quase uma hora esperando pela ambulância que não apareceu de forma alguma.  

Como pode? A promessa era que ambulâncias iriam ficar de plantão 24 horas no hospital para socorres os casos emergenciais na cidade. 

Não é a primeira vez no governo da  blá blá blá  que episódios deste tipo acontecem. É quase sempre. Quando não é uma viatura da Guarda que presta o socorro, é uma viatura do Ronda do Quarteirão ou o carro de algum particular. E quando é enviado uma ambulância, esta vai  apenas com o motorista. E isso depois de longa espera.

Apenas para relembrar e afirmar esta prática desrespeitosa de atendimento em casos urgentes, dentre os vários ocorridos, como exemplo destacamos o da  familia acidentada em Jericoacoara, em abril deste ano, que foi transportada de helicóptero para Camocim na tentativa de atendimento, mas que do próprio Aeroporto seguiu direto para Sobral, pois se deparou com as ambulâncias apenas com os motoristas e com a informação de que não haviam médicos no hospital.

Os atendimentos feitos pela Guarda e pelo Ronda, e até mesmo por particulares, sempre serão bem vindos e dignos de elogios, pois tem ajudado a salvar muitas vidas, mesmo  em  condições desfavoráveis, isso quando levamos em consideração que viaturas não são ambulâncias equipadas para estes fins, e os guardas e soldados, mesmo com certo grau de preparação técnica, não são médicos, enfermeiros ou técnicos de enfermagem. 

O que a população repudia é o descaso do Governo Municipal no tocante ao atendimento que deveria ser feito urgentemente, e bem feito, pelas ambulâncias e pelo próprio hospital, que sequer tem ambulância própria.

Carlos Jardel