E AGORA QUEM PODERÁ NOS DEFENDER? - Revista Camocim

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

E AGORA QUEM PODERÁ NOS DEFENDER?

Quem diria?! Embora para mim não fosse surpresa alguma! Mais uma vez o servidor público camocinense sofre as agruras e a infelicidade de não receber o seu justo salário. Justo e sagrado salário! Para alguns da alta nobreza, profissionais da política vil desse estado, pode não parecer uma questão muito séria, emergencial, mas, certamente, para as centenas e milhares de famílias que dependem desse quinhão, é fator determinante para garantir a sobrevivência. Na realidade, essa história vergonhosa se repete não só por essas paragens, mas em todo o Brasil. É uma característica genética de muitos gestores e administradores públicos, ou seja, faz parte do DNA de algumas oligarquias políticas roubar e saquear os cofres públicos com a maior naturalidade e espontaneidade, enquanto grande parte de nós, se contenta com as doces promessas de um futuro melhor e mais promissor. Acabada a esmola dada às vésperas do pleito eleitoral, restara somente a amargura da mentira e da dura realidade.
 Vladimir Maiakóvski , grande poeta, dramaturgo e teórico russo disse certa vez: “Na primeira noite eles aproximam-se e colhem uma flor do nosso jardim e não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem; pisam as flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada.”
 E agora, o que poderemos fazer? Que caminho trilhar? Aguardar de braços cruzados, enquanto persiste esse “estado de calamidade governamental”? De fato estamos diante de uma calamidade, uma situação desastrosa, capaz de causar de sérios danos à comunidade afetada, inclusive à incolumidade e à vida de seus integrantes. Trata-se do flagelo da IMPUNIDADE E DA MEDIOCRIDADE. Infelizmente, e isso tem ocorrido cada vez com mais frequência, quando um gestor municipal decreta essa prerrogativa legal, declarando uma situação emergencial, sua intenção real nada mais é do que repor os gastos fabulosos da campanha eleitoral às custas dos cofres municipais, do Estado ou da União. Nesse período de suposta calamidade, são realizadas contratações sem licitação, apropriação indevida dos salários dos servidores etc. Que situação!
 “Em quem podemos confiar?” – perguntava uma senhora outro dia numa comunidade. É difícil responder. Vivemos em constante desconfiança, numa situação de insegurança diuturna, uma crise social sem precedentes. A democracia há tempos é uma grande piada e o povo, cada vez mais, paga o preço de sua alienação e omissão política. Até os órgãos de segurança pública, salvo exceções, responsáveis de manter a dita “ordem”, são os primeiros a dar um péssimo exemplo quando se tornam coniventes com tantos esquemas de corrupção.

Salve-se quem puder, AGORA É ELA!

Autor: Febre Forte

Carlos Jardel