VEREADORES E O VOTO SECRETO? OU MOSTRANDO A CARA? - Revista Camocim

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sábado, 29 de dezembro de 2012

VEREADORES E O VOTO SECRETO? OU MOSTRANDO A CARA?

 A liberdade de escolha quando tratada como mercadoria, no meu ponto de vista, deve ser motivo para profundas reflexões de todo e qualquer cidadão, sobre tudo quando o assunto está profundamente ligado ao bem estar da coletividade. Estou me referindo ao atual momento politico do nosso Legislativo Municipal, que por consequência de sua organização para os próximos quatro anos está sendo motivo de especulações, boatos, e têm tirado a noite de sono de muitos interessados no assunto. Bom, mas como já é do conhecimento de todos que, dos nove vereadores eleitos pela coligação que apoiou Chiquinho do Peixe (PP), apenas oito estão unidos, como se diz no popular, “no mesmo barco”, pois, um, já era! Pulou fora, de mala e cuia, para apoiar o outro grupo. Mas vamos às questões: será que estes oito vereadores que, publicamente, por escrito, se declaram unidos em torno da eleição do vereador Régis da Ipu para presidente da Câmara, permanecerão fieis a este propósito? Este é apenas um dos muitos questionamentos que emanam prioritariamente da população votante de Camocim e dos observadores políticos que ficam a analisar o suposto embate ideológico dos dois grupos. “Suposto pelo fato de que a frase utilizada para camuflar o “errado” é: buscar aliados políticos para o bem de cidade”. Uma péssima colocação de palavras, pois a leitura real das atitudes eminentes destas artimanhas, apenas revelam a falta de caráter de certos políticos ( os que se vendem e os que compram) e principalmente a falta de compromisso com o povo. Outro sério questionamento é sobre a tentativa de alguns vereadores quererem desrespeitar a Lei Orgânica do Município, que no seu Art. 52-A diz: “o voto será sempre aberto, com exceção a apreciação aos vetos do Poder Executivo e ao parecer do Tribunal de Contas dos Municípios” ou seja, neste caso, a Lei obriga o vereador a dizer para o povo em quem está votando. Porém, fico a imaginar os motivos que levam um vereador a não querer mostrar a cara. Medo ou vergonha do povo pela falta de caráter? 
Repito: “a liberdade de escolha sendo tratada como mercadoria, no meu ponto de vista, deve ser motivo para profundas reflexões de todo e qualquer cidadão, sobre tudo quando o assunto está profundamente ligado ao bem estar da coletividade”. 
 Suponho que no dia 1º de Janeiro o povo de Camocim vai lotar o Auditório da Câmara Municipal para assistir e cobrar a transparência nas primeiras decisões dos seus respectivos legisladores.

 Carlos Jardel