quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Aparacendo depois do vexame

Os deputados Sérgio Aguiar e Dênis Bezerra, respectivos estadual e federal, foram colocados como testemunhas no processo de cassação da ex-vereadora Paloma Aguiar. Os dois tiveram três oportunidades de ir até Granja e prestar depoimento em favor da aliada, mas não compareceram. Silenciaram. Nenhum dos dois, supostamente, "tiveram tempo" em suas agendas para acudir a ex-vereadora no processo de quebra de coro. No entanto, o curioso é que somente depois que ela foi cassada, exposta ao vexame da critica popular e dos inúmeros veículos de comunicação da Internet, os dois resolveram aparecer. E o mais curioso ainda: apareceram no mesmo dia e no mesmo evento politico da oposição de Granja, que se realizou na sede da empresa Criative, de propriedade dos familiares do vereador Deoclécio. E só pra situar: essa é a empresa que teve seu sigilo bancário quebrado pela Justiça. É a mesma empresa que deve mais de R$ 1 milhão de reais de impostos ao povo granjense, sonegado aos cofres públicos. Mas, voltando aos caso de Paloma, todos sabiam, inclusive os deputados em questão, que seus nomes na condição de testemunhas era algo meramente estratégico e protelatória, ou seja, somente para ganhar tempo e fornecer falsas esperanças a Paloma. Pro bem da verdade, a fala de Sérgio e Dênis não  iria alterar a  prova cabal que resultou na perca do mandato da jovem politica. Logicamente que o depoimento dos dois deputados não teria como ser maior que o lado pericial da Policia Civil que atestou as assinaturas falsificadas de Paloma Aguiar.

Carlos Jardel

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