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terça-feira, 16 de março de 2021

Covid-19 : Morte do camocinense Luciano é destacada em matéria do Jornal Diário do Nordeste

Riscos e falta de leitos: as dificuldades para a transferência de pacientes com Covid-19 no Ceará





A reportagem do Jornal Diário do Nordeste, sobre as dificuldades que pacientes da Covid-19 tem para conseguir leito de UTI, destacou o caso do camocinense Luciano Navarro Veras, que faleceu no último domingo (14)  sem ter recebido o devido tratamento.  Leia abaixo. 


 Luta pela transferência

Para Mariana Navarro, 37, a espera pela realocação do pai, Luciano Pessoa, 73, se alongou por 10 dias, quando o idoso, internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município de Camocim, conseguiu um leito de UTI no Hospital Regional Norte (HRN), em Sobral, no último sábado (13). 


A vaga num leito de tratamento intensivo vinha sendo pleiteada desde o dia 3 de março, quando Luciano foi intubado por complicações da Covid-19. Por meio da Defensoria Pública do Ceará, Mariana entrou com ação judicial e conseguiu uma liminar determinando a transferência do pai em até 24 horas. O procedimento, porém, só seria realizado cinco dias depois. Mas já era tarde.


No processo de transferência da sala em que estava internado para a ambulância que o levaria para o HRN, o aposentado sofreu uma parada cardíaca, e não resistiu. “Ele entrou na ambulância vivo para fazer a transferência, mas o carro não chegou nem a sair da UPA”, detalha a filha, que vive em Pernambuco. 


“Foi muito angustiante. Foram 10 dias muito difíceis, a gente sofria, encaminhava pedido para outro hospital, esperando que abrisse vaga, mas não abria. Fiz um vídeo de desabafo, tinha a liminar, ligava sempre para a central... Não desejo a ninguém o que passei”, compartilha.

Para Mariana, a realidade da segunda onda de incidência do coronavírus no Ceará tem gerado uma busca por leitos que o sistema de saúde não consegue suprir.


“É um número absurdo de pessoas esperando a vaga de UTI. Essa nova cepa é muito mais contagiosa, a segunda onda com certeza é muito difícil. A médica me disse que nunca viu nenhum paciente ficar mais de 10 dias sem vagas, mesmo no pico da primeira onda. Dessa vez está pior”, conclui.


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