quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Apesar da vitória apertada, oligarquia Aguiar perde votos e a Tijuca aumenta seu eleitorado

Não resta dúvidas que os idiotas comemorativos e os inconsolados com a derrota não conseguem fazer a leitura real da disputa politica em Camocim. Apenas os que fincam os pés e cabeça pensante no chão da realidade dão conta das coisas que precisam de análise. Neste sentido, os números ajudam bastante. Vejamos:

A oligarquia Aguiar, comandada pelo deputado Sérgio, apesar da vitória "acochada", reduziu os votos. Em 2016 foram 18.411 e neste ano de 2020 foram apenas 18.253. Ou seja, uma redução de 158 votos.

Pela lógica, com a suposta força politica e com o suposto bem sucedido governo da prefeita Monica, o número deveria ter pulado pra casa dos 19 mil. Vale lembrar que os apostadores do grupo Aguiar investiram em ponta de 1.500 a 3.000 votos.

Já a tijuca, comandada pelo prefeito Chico Vaulino, ampliou seu eleitorado. Em 2016 ela  recebeu 17.092  votos e neste ano de 2020 subiu para 18.067 , o que significa um acréscimo de  975 votos.

Outro fator positivo para a Tijuca foi a ampliação da bancada da oposição, que pulou de 04 para 06. 

O que acontecerá daqui pra frente é outro assunto na base da previsão, conforme os elementos postos na esteira da vida politica.

Carlos Jardel

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