quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Algumas conclusões sobre o marketing politico nas redes sociais que pouco adiantou...


Olhando de forma leve, para algumas campanhas de candidatos a vereador em Camocim, tirei a seguinte conclusão - Óbvio que existem outras análises a serem consideradas:

1 - A força do marketing nas redes sociais, apesar de ser importante, não adiantou muito. Teve candidato que se elegeu sem audiência nas redes.

2- Ter milhões de seguidores e milhões de curtidas não significa ter votos. Significa apenas que você tem seguidores e não necessariamente eleitores.

3- O candidato precisa ser politico e não blogueiro ou influenciador digital. Politico precisa é de votos.

4- O trabalho do politico, nas redes, precisa ser: " Transformar seguidores em eleitores" . Isso não é fácil fazer.

5- O contexto nacional das eleições presidenciais de 02 anos atrás, que impulsionou o Bolsonaro, não se aplicou ao contexto local. É preciso ser honesto para entender e aceitar que o fenômeno não se repetiu.

6 - É preciso aprender a fazer leituras contextualizadas, observando, obviamente, a geopolítica, mas focando a ação nos pontos fundamentais das estruturas locais. Ignorar isso é infantilizar a disputa.

7 - Teorizar a disputa eleitoral evocando o saudosismo é outra falha. "Tudo muda", como diz o poeta, "e com toda razão". Se tudo muda é preciso mudar, tudo e o tempo todo.

08 - O marketing mais eficiente, com poder de decisão, lamentavelmente, ainda continua sendo o dinheiro, disfarçado de "serviços prestados".

8- Para cada tragedia: um novo prologo!

Carlos Jardel

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