quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Nas sombras da sacanagem, Ismael muda de voto como troca de roupa e comprova a perseguição politica contra Erasmo

No dia 28 de agosto do ano passado (2019) o vereador Erasmo Gomes foi julgado na Câmara Municipal de vereadores de Camocim num processo repleto de inconsistências e  meramente politiqueiro, organizado pelo grupo de situação comandado pelo deputado Sérgio Aguiar e pela prefeita Monica.  Naquela ocasião, ele perdeu o mandato por 13 votos a 02. A Justiça interviu e o Edil voltou ao seu lugar no Parlamento. Contudo o processo foi reaberto e Erasmo voltou a enfrentar, na noite de ontem, dia 26 de agosto - praticamente um ano depois - o mesmo julgamento e a mesma sentença: cassação de seu mandato pelo mesmo placar: 13 a 02. Só que dessa vez ficou mais do que comprovado que o processo não passou de pura armação. E  a peça chave para essa compreensão é o vereador Dr.Ismael Pinheiro. Entenda:

Na primeira votação, no ano passado, Ismael era membro da oposição, ou seja, aliado do vereador Erasmo e, por tal motivo, votou contra a cassação, inclusive fazendo fortes criticas ao processo e classificando o ato como perseguição politica. Ele votou contra as 17 denúncias com muita convicção. Só que na noite de ontem (26) o vereador médico  fez questão de jogar no ralo da corrupção suas convicções e votou a favor das mesmas 17 denúncias cassando o mandato de Erasmo. Ou seja: mudou de voto porque voltou a ser propriedade politica de Sérgio e Monica Aguiar. E isso depois dele ter sido perseguido e também processado pelo próprio grupo do Sérgio, que inclusive atentou contra a sua profissão de médico, querendo prejudicá-lo no exercício do seu "ganha pão".

Mas a questão é que Ismael está pouco se lixando para a dignidade na politica,  e seu discurso de ética e moral não passa de falacias organizadas nas sombras da "sacanagem politica".  Ele teve ontem a oportunidade valiosa de mostrar o contrário e, apesar de tudo, afirmar que ainda lhe restava resquícios  de dignidade na vida pública. Só que não. Preferiu se sujeitar a venalidade, ao errado, ao indigno, ao corrupto, ao condenável...

Carlos Jardel

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