quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Chaval - obras inacabadas deixadas pelos "governos Pacheco" viram chacotas e motivo de indignação de populares.


O movimento político nas pequenas cidades do interior se intensificam ao passo que se aproxima as eleições. E uma das práticas bastante comum, por parte da população, é  lembrar -  inclusive posando nas redes sociais - o que os políticos fizeram de bom ou de ruim nos últimos anos. E as obras inacabadas e abandonadas das administrações dos Pachecos é o que tem estado no topo dos desfiladeiros das redes sociais.

Entre os inúmeros "elefantes brancos" - como é conhecido essas obras que  só causaram prejuízos a cidade -, as que mais se destacam na indignação de populares que fazem chacotas com as aberrações da oligarquia Pacheco, que quebrou Chaval , está uma quadra esportiva no bairro do Alto Formoso, no valor de quase R$200 mil, que nunca foi concluída e que se encontra jogada aos tempéries do tempo, se acabando e sem condições de uso.

Entram também na lista, a  reforma  do Estádio Municipal, com construção de vestiário no valor de quase R$200 mil, em que foi feito apenas os alicerces de alguns banheiros e uma creche no bairro do salgadinho, onde apenas deram início a obra no valor de quase R$1 milhão e se encontra também abandonada e sem se ter conhecimento dos recursos que foram destinado a mesma.

No topo das chacotas estão também  mais duas quadras esportiva no valor de quase R$1 milhão. Uma no bairro da caçamba e outra no bairro do salgadinho. Elas se encontram, também, jogadas ao tempo, ao vento e ao lixo, um verdadeiro desrespeito com o dinheiro público.

Quando os Pachecos foram expulsos da prefeitura pela população, estas obras sequer foram repassadas para a atual gestão como manda o figurino, por tanto, sem documentação, sem projetos, sem prestação de contas  e sem se ter conhecimento das empresas responsáveis. Ou seja: numa total irresponsabilidade, que, inclusive, foi devidamente denunciada aos órgãos da Justiça e do Governo, para que os antigos gestores fossem responsabiizados.

Carlos Jardel

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